Métricas em Mídias Sociais – @ecommerceschool e @interney

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O mundo é repleto de inovações. Sim, repleto pois é o que as empresas buscam em função da acirrada competição de mercado. Inovações que contemplam o poder da interação das pessoas por interesses em comum, por exemplo. No momento em que muitas pessoas buscam por alternativas e replicam grandes ideias dando a sua própria visão, é importante entender o que se passa nesse ambiente interativo. Saber interpretar a movimentação e o poder dessa movimentação gerada por uma aglomeração de conteúdo digital é essencial e se torna uma boa alternativa para alcançar inovações e espaço em um mercado cada vez mais predatório.

Então, o que estamos medindo? Redes sociais são representações dos relacionamento afetivos ou profissionais responsáveis pelo compartilhamento de ideias entre pessoas que possuem interesses e objetivos em comum. Beleza, temos um grande trabalho pela frente.

Ambientes como as mídias sociais representam essas aglomerações e estão sendo muito requisitadas para o trabalho de interação e engajamento entre empresas vs consumidores. Porém, para que toda essa fantasia e romantismo valha a pena, é preciso entender o quanto é essencial trabalhar a medição dessas interações e como medir o que acontece nas mídias sociais.

O relacionamento nesses canais é estabelecido por nós, conexões que geram os famosos compartilhamento dos conteúdos gerados rede à fora. Para se ter uma ideia, já formamos uma população de mais de 2 bilhões de pessoas conectadas no mundo. Mais que a população do planeta em 1930. Como trabalhar com essa população que, concentra uma maioria esmagadora, está em alguma rede social? Usa-se ferramentas, keywords, assuntos, conversações e tudo quanto é interação. Afinal, a interação é decorrente de suas rotinas e que em muitas vezes, as menções de marcas tornam-se inevitáveis.

É bom que se deixe claro um ponto. Por mais que você estabeleça conexões e interesses em comum com o público que você está lidando (target), NUNCA faça deduções das interações que você está trabalhando. É importante salientar que em um ambiente online, 99,99% do conteúdo publicado pode ser mensurado. E como a maioria do espaço online é dominado pelas mídias sociais, nada mais coerente que respeitar os dados coletados nesses canais. Esse espaço torna-se valioso para a sua marca uma vez que a diversidade de canais disponível na internet é imensa e uma vez que você descobre o melhor ambiente para você (marca), os retornos poderão ser ampliados.

Mas o que eu posso, de fato, mensurar ao trabalhar com uma marca/campanha nesses canais? Existem três básicos elementos que podem auxiliar na medição do resultado dessa campanha. A visibilidade de proporções quantitativas que as métricas que poderão servir de base para comparação – um vídeo no Youtube e seus milhões de views, por exemplo. O alcance e a quantidade de vezes que foi exibido. Outro tipo é a influência de caráter qualitativo que muitas pessoas obtêm com o uso das mídias sociais. Essa influência retrata justamente a propagação da mensagem e a reputação do autor – um tweet, por exemplo.

O engajamento também retrata as interações com qualidade de uma campanha. A participação de um texto num blog, como esse, é muito importante quando se espera de um retorno da audiência. Essa participação gera conteúdo e aproximação entre o autor e o leitor da publicação. Quanto mais engajamento entre as duas partes, melhor para as medições de resultado.

Para explorar essas interações e promover o conteúdo na geração de métricas, um bom diagnóstico do que precisa ser feito torna-se essencial. Levantamento de palavras chaves, por exemplo. Quais são as palavras chaves relevantes que estão circulando entre os textos publicados do contexto da sua empresa? Textos que são referente a: empresa (sua empresa e/ou cliente); marcas; concorrência; executivos e personalidades; publicações e pesquisas; e cultura e tendências. Ao estabelecer essas palavras, você estará trabalhando um conteúdo relativo ao esperado e consumido pelo seu target. E que é um conteúdo que represente o que a sua empresa faz, vende e anuncia.

Se você não sabe como determinar esses keywords, utilize essa ferramenta: TagCrowd. Ela irá mostrar, diante de um filtro pré-estabelecido, exatamente as principais palavras daquele texto. É bem interessante!

E também temos o Google AdWords – tão básico e essencial como tomar café todas as manhãs.

Essas palavras irão te indicar o volume de pesquisa e entender a atenção que é feita com as palavras. As palavras com uma concorrência alta são as palavras mais caras e que são as mais disputadas. Essas tags irão determinar o caminho do conteúdo em função da procura/disputa pela concorrência. Mas é importante que saibam a segmentação de um termo pois ao ser jogado no Google, uma palavra poderá ter vários sentidos para o usuário e nem sempre o mesmo sentido irá buscar a atenção de outro. Nesses casos, uma ferramenta bem legal para trabalhar com os filtros de palavras chaves do seu conteúdo é o Google Insights.

Uma vez que tens o que pesquisar, é importante determinar os ambientes de busca para você não entrar em um lugar errado sem que haja sequer uma alma para te ouvir. Saber os canais usados pela sua audiência é essencial. E um auxílio interessante é o DoubleClick, do Google.

E se for em blogs, há algumas ferramentas de buscas recomendáveis:

Para fazer buscas no Facebook, tem uma ferramenta bem interessante que utiliza de perfis, páginas abertas e fanpages para fazer as buscas das palavras. É o FanPinch.

E o Twitter também tem a suas:

Outros canais interessantes para acompanhar o o que pode está acontecendo com a sua marca é nos patinhos feios da internet, que nem diz o Edney Souza nas suas aulas. Os fóruns e grupos de discussão espalhados pelos Yahoo! e Google da vida, com um monte de gente dando de intelectual respondendo coisas sem necessidades. Mas enfim, é um canal e precisa ser explorado.

Para um bom diagnóstico, a análise é importante para determinar o caminho que a campanha está tomando. Rankear influenciadores, comparar com concorrentes e avaliar o contexto podem ser fatores determinantes no caminho de uma gestão da marca. As redes sociais (Facebook, Twitter, Youtube) serão os canais que mostrarão esses valores. O mais legal que eu acho é o Klout.

É um indicador interessante do seu ‘Whuffie‘ nas mídias sociais. Vale a pena mantê-lo atualizado.

Um site legal para analisar os trends topics do Twitter é o Topsy. É um espaço pra te dizer basicamente o que ta rolando no Twitter. Na análise da concorrência, por exemplo, você procura identificar o que fez a mensagem desse concorrente gerar tanto RT e assim fazer a abordagem nos seus tweets com a influência obtida nos RTs.

Uma rede social que está crescendo e eu sou um grande fã é o Foursquare. Ela te permite conhecer locais e fazer dicas desses lugares para próximas pessoas que estiverem por ali. É bem interessante e as empresas podem aproveitar como uma boa alternativa de relacionamento também. Um site que auxilia nesse engajamento é o Fourwhere que mostra locais que foram feitos checkins e com dicas. Assim você identifica usuários ativos da rede social que podem retornar ao local e nisso provocar uma interação com eles.

Todo esse trabalho, e que por sinal é um baita de um trabalho, irá gerar um relatório para uma apresentação ao seu cliente/marca. A repercussão da campanha, a retenção que foi provocada, a origens de tráfego e conversões. E claro, o engajamento criado será primordial no resultado. Quando você trabalha com as redes sociais é importante estabelecer a presença social da marca e não somente a intenção do lucro. Mídia Social é relacionamento.

A visibilidade é um bom indicador de resultado. Por exemplo, se o tempo de visitação de um site é alto, isso mostrará que o conteúdo produzido por você está atraindo corretamente o usuário e as chances desse cidadão voltar são dobradas em função do valor agregado que foi atribuído numa publicação.

O legal de você trabalhar com marcas nas mídias sociais é que você, com o conteúdo, atribui ‘responsabilidades’ ao seu target fazendo ele um grande contribuinte do retorno que as campanhas estão obtendo. É importante estabelecer contatos e atividades com novos e velhos visitantes. Assim, quem é novo irá se engajar com a marca e os que já estavam interagidos com a campanha, poderão advogar a favor e, consequentemente, atribuir novos adeptos para o seu canal.

Fora todas essas ferramentas, a internet te fornece outras tantas que poderão auxiliar, principalmente no começo, as campanhas e o plano de gestão da marca que você está construindo. Otimize essas ferramentas e depois avance para as modalidades mais completas, com pacotes pagos. Trabalhar com a participação do usuário é importantíssimo. Não deixe ele sair da sua marca porque não teve interação. Uma notícia, um produto novo, uma oferta ou promoção relâmpago. Tudo pode melhor a sua participação com os usuários de mídias sociais.

Utilize tudo de forma decente e não extrapole o bom senso. Respeito é essencial e o reconhecimento é a alma do relacionamento.

Esse texto foi feito com base na aula sobre Métricas em Mídias Sociais, do professor Edney Souza na Ecommerce School e não é um texto pago 😉

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O poder do microcompartilhamento. Twitter em números – [Infográfico]

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O poder do microcompartilhamento. Os últimos números do Twitter:

Mais de 200 milhões de usuários – nada mal em cinco anos.

É uma média de 450mil usuários por dia.

Mais de 138mil tweets por segundo!

Praticamente 40% dos tweets enviados são de celulares/dispositivos móveis.

61% são em inglês.

47% dos usuários têm filhos; 54% são mulheres.

A marca Twitter vale cerca de U$8bilhões de dólares – hoje.

Fonte: Touchagency

 

 

Conheça 10 coisas que o Facebook faz (e talvez você não saiba)

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Eles enfrentam a ameaça constante do LinkedIn, focado na vida profissional, de iniciativas especializadas como a rede de fotos Instagram, e agora do crescente Google+, uma tentativa de aperfeiçoar o design do Facebook que atraiu dezenas de milhões de usuários em suas primeiras semanas.

Com isso, o Facebook tem adicionado recursos para tornar a rede social reinante mais útil e conveniente.

À medida que o número de recursos aumenta, porém, cresce um problema correspondente: a maioria dos 800 milhões de usuários do Facebook não sabe que esses recursos existem. Alguns não sabem como encontrá-los, outros não os procuram na cada vez maior interface de controles do Facebook, e muitos nem sequer chegam a pensar neles. Uns poucos minutos de exploração podem revelar funções que fazem do Facebook não apenas um vício, mas um prazer.

 

Editoria de Arte/Folhapress

 

fonte: Folha.com

Monitoramento de Mídias Sociais em números [Infográfico]

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A oneforty realizou uma pesquisa que esclarece bem alguns dados sobre essas ferramentas, como por exemplo: quem adquire esse tipo de ferramenta, quais fatores afetam a escolha, quanto pagam por essas ferramentas e o nível de satisfação dos usuários. Além dessas informações, foi também incluída uma lista com as ferramentas mais conhecidas, separadas por categorias.

De acordo com a pesquisa, cerca de 43% dos profissionais que adquirem essas ferramentas, assumem o cargo de gestores de mídias sociais, contra somente 17.1% de consultores e 19.3% de profissionais de agências. Apesar da pesquisa não informar qual foi a abrangência (se somente nos EUA ou se foi global), vemos que esse cargo vem ganhando destaque e importância.

Entre os fatores mais importantes para a escolha de uma ferramenta, não houve uma variação muito grande. Para a análise, os entrevistados tiveram que atribuir uma pontuação de 1 a 4 para cada item, sendo 4 o mais importante. Os 3 primeiros da sequência foram: 1. as métricas oferecidas; 2. a interface e 3. integração com diferentes redes sociais. Preço veio na sequência, porém com pouca diferença na pontuação.

Um item que não me chamou a atenção, foi em relação ao valor pago por essas ferramentas. A grande maioria (54.7%) aponta que gasta menos de 100 dólares ao mês. Em contraste, somente 2.2% apontaram que gastam acima de 10.000 dólares ao mês, o que me faz pensar se nesses casos, não seria mais válido contratar uma equipe de programadores para criar e manter as ferramentas.

Em seguida, são apontados os fatores de insatisfação. Cerca de 60% disseram que a ferramenta que usam é “okay”, mas se surgir algo mais interessante, eles iriam experimentar. O interessante é que somente 5.8% apontaram que estão insatisfeitos com as ferramentas e buscam algo melhor. Entre as questões que mais deixam a desejar, foram apontadas:

  • A ferramenta é excessivamente lenta e falha no fornecimento de dados precisos e confiáveis.
  • A ferramenta têm um número excessivo de erros e é confusa.
  • O preço é muito alto e as funcionalidades não o justificam.

Em relação ao Twitter, ferramentas de monitoramento do tipo desktop client (como Seesmic Desktop, TweetDeck e Tweetie) são as mais usadas, com 26.1% das respostas, seguidas pelas ferramentas do tipo mobile. As que são menos usadas (ou pelo menos foram apontadas dessa forma) são as ferramentas de auto-follow, com somente 4%. Será que o pessoal não está escondendo o jogo? Enfim, as ferramentas web-based respondem pela parcela de 15.5% das respostas.

Por último, segue uma lista de ferramentas Free ao final do infográfico, separadas por categoria e uma outra lista com as melhores divididas por preço (abaixo e acima de 500 dólares ao mês).

Infográfico SMM Tools

Créditos pela foto: Flickr.com – imaginedhorizons

Para ler a máteria completa, acesse Agendor

#Reputação Online. Algumas #dicas de como manter a sua. [Infográfico]

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Com o avanço das mídias sociais, muitas empresas estão explorando esse riquíssimo conteúdo para análise de futuros colaboradores. Há casos de demissões por alguma coisa que foi dita no Facebook ou alguma foto colocada no Flickr. Todo esse aparato de tecnologia pode ser usado para ajudar em casos como esses. Socialize a sua vida de uma forma controlada; otimize suas relações e construa um networking capaz de te promover tanto no mundo online quanto no offline. Veja algumas dicas:

Mashable – Social Media