2012 promete ser o ano do Big Data – por @ComputerworldBR

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O crescimento exponencial dos dados dentro das empresas está criando um novo cenário para 2012. Segundo os analistas, as companhias serão mais pressionadas a encontrar uma solução para dominar o volume de informações que aumenta a cada segundo, principalmente com o avanço das mídias sociais e dos conteúdos multimídia.

O fenômeno Big Data levanta questões importantes que precisam ser resolvidas com urgência para evitar atrasos para as organizações, dizem os especialistas.
Eles afirmam que o próximo ano é definido como uma grande oportunidade para as empresas se integrarem neste ambiente novo.

O termo Big data é usado para denominar o crescimento exponencial dos dados que as empresas precisam ou podem tratar para extrair informação útil. O maior desafio é a análise de dados não estruturados.

O conceito dá um peso grande ao volume de informações que precisa ser administrado e que os departamentos de TI terão de se concentrar para resolver essa questão. Eles terão de classificar dados importantes para os negócios e estabelecer meios para acesso.

Os analistas do Gartner alertam que esse trabalho implicará um investimento maciço nos próximos dois ou três anos. Servirá sobretudo para resolver outros problemas como a melhoria da infraestruturas de TI, que pode não estar preparada para esse fenômeno.

Mas 2012 será um ano decisivo na evolução para um novo ambiente por muitas outras razões. O volume de informação digital crescer no mundo inteiro a uma taxa anual de 59%.

É um aumento baseado no crescimento das transações e outros tipos de dados mais tradicionais, mas também na emergência de novos tipos de dados, especialmente de multimídia e de streaming. O elevado volume de dados poderá causar problemas de armazenamento.

Mas a diversidade de dados também leva a problemas sobre a sua análise. O Gartner afirma que os líderes de TI sempre tiveram problemas em administrar grandes volumes de informação transacionais.

Contudo, hoje há cada vez mais informação para analisar, principalmente produzidas pelas mídias sociais e pelos dispositivos móveis. As dificuldades de análise aumentam com a adição de dados não estruturados como e-mail, vídeo e imagens.

Do ComputerWorld.

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O mundo das mídias sociais 2011 – [Infográfico] por @netpartner

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Conheça 10 coisas que o Facebook faz (e talvez você não saiba)

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Eles enfrentam a ameaça constante do LinkedIn, focado na vida profissional, de iniciativas especializadas como a rede de fotos Instagram, e agora do crescente Google+, uma tentativa de aperfeiçoar o design do Facebook que atraiu dezenas de milhões de usuários em suas primeiras semanas.

Com isso, o Facebook tem adicionado recursos para tornar a rede social reinante mais útil e conveniente.

À medida que o número de recursos aumenta, porém, cresce um problema correspondente: a maioria dos 800 milhões de usuários do Facebook não sabe que esses recursos existem. Alguns não sabem como encontrá-los, outros não os procuram na cada vez maior interface de controles do Facebook, e muitos nem sequer chegam a pensar neles. Uns poucos minutos de exploração podem revelar funções que fazem do Facebook não apenas um vício, mas um prazer.

 

Editoria de Arte/Folhapress

 

fonte: Folha.com

Monitoramento de Mídias Sociais em números [Infográfico]

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A oneforty realizou uma pesquisa que esclarece bem alguns dados sobre essas ferramentas, como por exemplo: quem adquire esse tipo de ferramenta, quais fatores afetam a escolha, quanto pagam por essas ferramentas e o nível de satisfação dos usuários. Além dessas informações, foi também incluída uma lista com as ferramentas mais conhecidas, separadas por categorias.

De acordo com a pesquisa, cerca de 43% dos profissionais que adquirem essas ferramentas, assumem o cargo de gestores de mídias sociais, contra somente 17.1% de consultores e 19.3% de profissionais de agências. Apesar da pesquisa não informar qual foi a abrangência (se somente nos EUA ou se foi global), vemos que esse cargo vem ganhando destaque e importância.

Entre os fatores mais importantes para a escolha de uma ferramenta, não houve uma variação muito grande. Para a análise, os entrevistados tiveram que atribuir uma pontuação de 1 a 4 para cada item, sendo 4 o mais importante. Os 3 primeiros da sequência foram: 1. as métricas oferecidas; 2. a interface e 3. integração com diferentes redes sociais. Preço veio na sequência, porém com pouca diferença na pontuação.

Um item que não me chamou a atenção, foi em relação ao valor pago por essas ferramentas. A grande maioria (54.7%) aponta que gasta menos de 100 dólares ao mês. Em contraste, somente 2.2% apontaram que gastam acima de 10.000 dólares ao mês, o que me faz pensar se nesses casos, não seria mais válido contratar uma equipe de programadores para criar e manter as ferramentas.

Em seguida, são apontados os fatores de insatisfação. Cerca de 60% disseram que a ferramenta que usam é “okay”, mas se surgir algo mais interessante, eles iriam experimentar. O interessante é que somente 5.8% apontaram que estão insatisfeitos com as ferramentas e buscam algo melhor. Entre as questões que mais deixam a desejar, foram apontadas:

  • A ferramenta é excessivamente lenta e falha no fornecimento de dados precisos e confiáveis.
  • A ferramenta têm um número excessivo de erros e é confusa.
  • O preço é muito alto e as funcionalidades não o justificam.

Em relação ao Twitter, ferramentas de monitoramento do tipo desktop client (como Seesmic Desktop, TweetDeck e Tweetie) são as mais usadas, com 26.1% das respostas, seguidas pelas ferramentas do tipo mobile. As que são menos usadas (ou pelo menos foram apontadas dessa forma) são as ferramentas de auto-follow, com somente 4%. Será que o pessoal não está escondendo o jogo? Enfim, as ferramentas web-based respondem pela parcela de 15.5% das respostas.

Por último, segue uma lista de ferramentas Free ao final do infográfico, separadas por categoria e uma outra lista com as melhores divididas por preço (abaixo e acima de 500 dólares ao mês).

Infográfico SMM Tools

Créditos pela foto: Flickr.com – imaginedhorizons

Para ler a máteria completa, acesse Agendor

#Internet x #Privacidade? Alguns cuidados básicos. [#Infográfico]

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Ameaças Online | VIA

Alguns dos golpes mais comuns e como fazer para se proteger da chamada engenharia social. No Brasil, o principal foco para invasão de máquinas alheias é captação de dados bancários. Veja o Infográfico.