E o pau vai comer! #SOPA

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Se você ainda não conhece o que é a tal da SOPA, não se assuste. O blog não vai começar a discutir receitas da Ana Maria Braga. Tampouco irá ensinar pratos de natal ou jantares para o dia dos namorados. A questão que envolve a SOPA é bem mais perigosa e contraditória do que aquele papagaio falante matinal.

Caso queira entender o que é a SOPA, leia esse post já publicado pelo blog que ilustra bem as intenções dos que querem aprovar essa medida.

Hoje começou o que já se esperava. Eu, particularmente, não acreditava que seria tão rápido. Mas como estamos falando de internet, tudo é muito dinâmico, espontâneo e esse texto que eu escrevi pode muito bem cair no outro lado do mundo ou até mesmo ser barrado pela SOPA em função, justamente, do poder da internet. E justamente é o poder da internet que tanto se contesta e nos preocupa com a aplicação dessa SOPA.

Imagine. Eu, como um grande consumidor das informações e da ‘democracia’ digital de poder fazer o que quiser virtualmente (usando sempre o bom senso e o modo download here com consciência), estou preocupado com as dimensões que essas medidas poderão alcançar. A SOPA é uma grande referência para voltarmos para o que a China vê hoje em dia (senão de uma forma pior). A liberdade de expressão está condenada com o propósito de salvar os direitos autorais de produções comerciais.

A Wikipedia será a marca de maior renome a fazer parte de uma crescente campanha que teve início às 3 horas de quarta-feira (horário de Brasília). Seus membros retirarão seu conteúdo do ar de modo a permitir aos visitantes apenas visualizar conteúdo sobre os polêmicos Stop Online Piracy Act (SOPA) e Protect Intellectual Property Act (PIPA) – Info.

É uma preocupação para os geradores de mídias espontâneas, dos comunicadores sociais, de Facebook à Google, tudo isso está ameaçado. O problema não é a plataforma em si, o fato de as pessoas não saberem mais o que o seu amigo comeu no jantar ou sobre a viagem que o mesmo fez no último verão. A finalidade pode muito justificar o fim de grandes rebeliões, algumas até de grande conhecimento global como as que aconteceram ano passado no mundo árabe até as ocupações de Wall Street.

Tudo isso, querendo ou não, tiveram as mídias sociais como grande amplificadores das ações. E agora eu te pergunto. Será mesmo que o download que eu faço pode ser a grande preocupação dos magnatas ao querer lançar a SOPA? Estamos em 2012 e o fim do mundo já está próximo. Com essa lei em vigor, como iremos trollar a respeito desses fatos nos perfis de nossos amigos?

Da mesma forma que a internet proporciona uma grande oportunidade de se conseguir o que quer e a facilidade de compartilhar esses conteúdos, basta que as grandes produtoras e seus respectivos produtos se enquadrem nessa nova modalidade e que assim, usufruem do poder das mídias de massa para arrecadar cada vez mais clientes/fãs/usuários. A pirataria é feita a qualquer momento, por qualquer um. A internet só complementa. E se isso realmente fosse um problema para as empresas, lugares como 25 de Março já não existiriam mais no mapa.

Rodrigo.

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ROI nas mídias sociais. Cuide do resultado explorando as mídias sociais com objetivo.

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Uma mídia social é caracterizada pela democratização do conteúdo e pela facilidade do poder de divulgar uma ideia, uma crítica, um elogio. Uma vez que toda essas plataformas são bem usadas, trabalhar para que o retorno dessas campanhas seja otimizados é fato essencial para as empresas inseridas nas mídias sociais. Cada vez mais empresas estão aderindo essa nova modalidade, mas ainda de uma forma muito ‘nas coxas’. Com esse tipo de trabalho, fica difícil que medir esse relacionamento. A maioria dessas empresas sequer respeita todas as ferramentas disponíveis de um ambiente online.

Tratar uma campanha online é tirar uma boa parte do tempo para trabalhar. Por mais que as intenções sejam as melhores possíveis, conseguir traçar uma boa campanha online é algo muito trabalhoso. É importante que o tempo investido nas mídias sociais seja revertido numa reputação capaz de criar fidelidade e lealdade ao cliente, capaz de trazê-lo do lado da marca e assim, fazer o usuário comprar algum produto/serviço.

Mas a maioria dos executivos ainda enxerga os aplicativos de mídia social como apenas mais um veículo de comunicação. Isso é um erro. O ambiente das mídias sociais é controlado pelos consumidores, não pelas empresas.

Os profissionais de mídias sociais deveriam focar objetivos que demonstrem explicitamente o valor de operar no ambiente das mídias sociais, ou seja, que tirem proveito das características que distinguem as mídias sociais das demais, como esses:

Brand awareness: Nos ambientes das mídias sociais, cada vez que uma pessoa usa um aplicativo desenvolvido pela empresa ou fala dela, a exposição da marca aumenta, muitas vezes em contextos altamente relevantes. Otimize os canais de comunicação social para que o resultado desses canais sejam refletidos nas vendas de seus produtos em função da propaganda criada.

Envolvimento de clientes: os usuários podem contribuir com os conteúdos publicados e assim a marca gera comprometimento com esse usuário. Assim a empresa estará fortalecendo a lealdade com esse usuário e assim esse relacionamento fará o usuário despender algum esforço para apoiar a marca no futuro.

Boca a boca: uma vez conscientes da existência da marca e envolvidos com ela, os clientes têm condições de transmitir suas opiniões a respeito a outros consumidores, positivas ou não.

Costuma-se estimar o buzz geralmente por meio de pesquisas de opinião que medem a probabilidade de recomendação, ou usam-se a satisfação dos clientes e sua lealdade para afiná-lo, mas, online, medese isso diretamente. Metodologias mais sofisticadas geralmente são necessárias para medir o buzz, porque grande parte dele pode ocorrer, seja online ou não, em comunicação não aberta. Conteúdo gerado por usuários também pode carregar marcas de consumo favoritas (como em um vídeo no YouTube ou em uma foto no Flickr) e, assim, contribuir para o boca a boca.

Matriz da eficácia.

O passo seguinte é analisar as opções estratégicas para avaliar as iniciativas. Veja o quadro acima que resume as opções dos gestores e traça os melhores (e piores) caminhos nesse campo:

• Quadrante “rua sem saída”. Nesse caso, o profissional de marketing tem uma capacidade limitada de medir seus esforços de mídia social e acredita que não estão funcionando. Os gestores se encontram nesse quadrante em consequência de uma estratégia do tipo “jogue tudo na parede para ver o que gruda” e acabam fazendo mudanças o tempo todo, sem ter como medir o impacto de cada uma.

Como a mensuração é confusa e os esforços parecem fracassar, o gestor tem pouca ideia do que fazer. O resultado é bastante previsível: ele desistirá de suas ações em mídias sociais ou continuará com ajustes aleatórios sem base em dados objetivos. Esse quadrante é, como se disse, uma rua sem saída e ninguém quer estar nessa situação.

• Quadrante “medida e ajuste”. Nesse caso, o profissional de marketing possui uma capacidade razoável de quantificar seus esforços em mídias sociais, mas, ainda assim, suas mensurações o têm levado a acreditar que eles não estão funcionando. Isso difere de estar numa situação de rua sem saída, pois, mesmo que o gestor não creia que está sendo bem-sucedido, ao menos ele tenta medir a eficácia das ações.

Uma vez que os componentes estão sendo mensurados, há provavelmente algumas pistas sobre o que está dando errado. Isso significa que o gestor pode avaliar e ajustar a estratégia de mídia social de acordo com suas conclusões. Se conseguir fazer isso bem, ele pode avançar para o quadrante “repetir para ter sucesso”.

• Quadrante “repetir para ter sucesso”. Aqui o profissional de marketing tanto tem uma capacidade razoável de aferir os resultados de suas ações em mídias sociais como acredita que os esforços estão funcionando. Uma vez que os componentes estão sendo mensurados, ele pode repetir de forma consciente o processo para melhorá-lo ainda mais. Isso é difícil de fazer, mas, obviamente, vale o esforço.

• Quadrante “otimismo ingênuo”. Nesse caso, o profissional de marketing possui uma capacidade limitada de medir suas ações. Mesmo assim, ele acredita que tudo está dando certo. Julgamos que a maior parte dos profissionais de marketing começa nesse quadrante. Eles acham que vale a pena o esforço de investir nas mídias sociais, mas não têm certeza de qual a melhor forma de medir esses esforços.

Esse quadrante pode ser uma armadilha, porque, embora seja uma posição razoável da qual partir, todo mundo quer avançar o mais rápido possível para não ficar preso aqui. São três as opções a seguir:

1. O gestor não muda nada e, assim, ele provavelmente cairá na rua sem saída. Isso porque a falta de aferição levará, no final das contas, à deterioração da eficácia dos esforços ao longo do tempo, principalmente se os concorrentes puderem se sair melhor.

2. O gestor simplesmente começa a medir as ações de mídia social, descobre que as coisas não estão funcionando tão bem quanto poderiam (passando para o quadrante “medida e ajuste”) e, então, direciona seus esforços para o quadrante “repetir para ter sucesso”.

3. O gestor começa a medir e descobre que as ações têm sucesso, avançando diretamente para a repetição do sucesso a partir do otimismo ingênuo. Em qualquer um dos dois últimos casos (desnecessário dizer que ambos preferíveis ao primeiro), a meta é fugir da mensuração confusa e ir na direção de métricas quantificáveis.

Agir antes, não depois
Gestores antenados não esperam sentados pelos resultados depois do lançamento de uma campanha em mídias sociais. Eles ouvem cuidadosamente, porque sabem que o cliente não apenas “consome” a campanha, mas também pode comentá-la (“criação”), compartilhá-la com seus amigos (“conexões”) e dar sua opinião, sem ser censurado (“controle”). E, além de acompanharem essas reações, tais gestores agem. Esse quadro abaixo mostra como usar as competências de cada plataforma a ponto de extrair resultados para uma marca.

* Esta reportagem foi publicada pela Revista HSM Management (Março/Abril de 2011 br.hsmglobal.com), com adaptações feitas por mim e com base no site Mundo do Marketing.

Liderando a geração Abercrombie & Fitch @luiztejon

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Num voo direto de São Paulo para Tel  Aviv, após 10 horas num jato, pego o táxi e, ao prestar atenção nas ruas, já  vejo representantes da nova geração Abercrombie & Fitch. No condomínio da  minha filha, lá estão eles todos reunidos, em São Paulo.

Eles estão e são globalizados,  curtem festas do pijama, ”home parties“, amam assistir a filmes de terror,  brincam de “hora da verdade” e ficam fascinados com os musicais americanos, com  a Lady Gaga, a Rebeca Black e, uma parte deles, com o Justin Bieber.

iPad’s, celulares, blackberries,  notebooks: nem pensar em não ter. Condenam o ”bullying“ e acreditam que o  Cebolinha e a Mônica (que nos perdoe o Mauricio de Sousa), o Pica-Pau e o Chaves  são exemplos de constantes pegadinhas e incentivadores do tal do  ”bullying“. A geração Abercrombie & Fitch é  facilmente identificada pela moda, pela marca e congrega esse novo grupo que já  nasce virtual e realmente ”globalizado“. Eles vivem um mundo de Alice, em um  projeto no qual só reinam: alegria, felicidade, prazeres, conforto, comodidade,  viagens, encontros para rafting e shopping, e também apoio e suporte terapêutico  desde cedo.

Orbitam a faixa dos 12 aos 15 anos,  são bem educados como regra, olham para o mundo a partir das janelas dos seus  condomínios e do transporte de pais e mães, no leva e traz para e das suas  escolas. Os professores são rigorosamente observados pelos pais dessa geração,  que sofre de profunda dicotomia de valores, entre a luta pelo sucesso e a  riqueza versus a avaliação de um mundo que parte de 7 para 9 bilhões de seres  humanos.

Como será a liderança dessa geração  Abercrombie & Fitch? Como será nas escolas, na rua, nas drogas, na visão de  mundo, no trabalho, no comprometimento, na sustentabilidade e na  resiliência? Estamos entrando na primeira de todas as gerações verdadeiramente  globalizadas. Acesso universal à internet. Desejo de sucesso e, principalmente,  ”fama“.

Em pouquíssimos anos, eles virão  como estagiários, trainees e funcionários das empresas. Uma parte deles já pensa  em ser empreendedor e um pequeno percentual poderá vir a ser parte dos  empresários ”teen“. Não terão, como regra, dramas de moradia, recursos básicos,  pois seus zelosos pais tendem a deixar uma vida patrimonial bem mais segura do  que aquela que receberam dos seus pais e avós. E, principalmente, eles não  crescerão com parte das dificuldades que marcaram as gerações anteriores. Nem  revoluções militares, guerras ou fome de verdade.

Porém, a história humana é incerta,  caótica e imprevisível. Quando a geração Abercrombie & Fitch fica  desapontada ou se sente magoada, a reação é de indignidade e profunda revolta  com o entorno que não cede, naquilo que virou pensamento liquido e certo de  direito adquirido: sucesso, fama e felicidade, numa volúpia de sonhos  catapultados pela vontade determinante da possibilidade de conquistar tudo.

Muitos falam da geração Y, do que  eles pensam e de como querem ser tratados. Na Geração A&F, um mundo ainda  não estudado sobre a arte de liderar precisará ser desenvolvido desde já, pois o  que ocorre de verdade é que eles estão na liderança do mundo globalizado, e isso  veio numa velocidade inimaginável para os atuais filósofos e pensadores.  Imagine, então, nossas escolas, empresas, mídia, leis e instituições. Eu me  sinto liderado por eles. Essas crianças não são mais as mesmas. O mundo não será  nunca mais o mesmo. Abercrombie & Fitch é só o começo do  fetiche.

*José  Luiz Tejon é publicitário,  jornalista, autor e co-autor de 27 livros, como “O vôo do cisne”, “A grande  virada – 50 regras de ouro para dar a volta por cima” e “Luxo for all”. É  presidente da TCA Internacional, com parcerias na Europa, Estados Unidos, China  e Israel.

Comércio eletrônico investe no potencial de consumo da classe C

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As empresas investem cada vez mais no comércio virtual e criam facilidades de pagamento para atrair o novo público consumidor: a classe C.

A empresária Andrea Bertagnoli descobriu um mercado promissor: vender roupas pela internet para mulheres da classe C. Ela montou uma butique virtual de camisas, calças, vestidos e shorts.

“O consumidor da classe C descobriu a internet nos últimos anos. (…) e a tendência é crescer muito. No próximo ano nos vamos bombar de fato a venda de moda na internet”, diz Andrea.

A empresária investiu R$ 600 mil no negócio em 2009. O dinheiro foi usado para construir o site, reformar este espaço, fazer estoque e divulgação.

Para vender roupas sem que o cliente possa experimentar, a empresária tem alguns segredos. O primeiro está no tecido flexível, que se molda ao corpo da cliente. Outro está com as costureiras: cada peça é medida de cima a baixo, comprimento, quadril, cintura, até largura de perna e braço. E as medidas vão pro site. E aí entra mais uma ideia que revolucionou as vendas.

“Nós temos uma bonequinha no site que ensina a nossa cliente a se medir. Isso faz com que ela compre consciente de suas medidas, comparando com as do site, e isso reduz muitas trocas”, diz Andrea.

Tabita Mendes entrou na loja virtual, escolheu a roupa, tirou as próprias medidas e fez a compra. A empresa entregou a mercadoria por motoboy, no mesmo dia.

“Eu comprei pela praticidade, hoje eu precisava ir numa festa e assim vem muito rápido”, conta a cliente

Cinco milhões de novos consumidores
Uma pesquisa do E-bit, uma empresa especializada em informações de comércio eletrônico, revela que, só nos últimos dois anos, 5 milhões de novos consumidores da classe c passaram a fazer compras pela internet.

“O ticket médio (valor médio da compra) do consumidor com renda até R$ 3 mi, é de R$ 320 por compra. Não é muito diferente da internet geral, que é de R$ 355”, diz Alexandre Umberti, diretor de marketing da empresa.

E o maior gasto desse novo consumidor pela internet é com os eletrônicos. São celulares, câmeras digitais, notebooks e todo tipo de acessórios.

Em São Paulo, um dos maiores centros do comércio de eletrônicos está no bairro de Santa Ifigênia, na região central da cidade. No local existem centenas de boxes, como o pertencente aos empresários Rita Airis e José Feitosa. Desde 1999, o casal vende telefones celulares e acessórios e, há dois anos, eles descobriram que podem faturar alto com a internet.

Com investimento de R$ 2,5 mil, eles montaram um site de vendas voltado para a classe C. o negócio virtual já vende o mesmo que a loja física.

“70 %dos clientes da internet são da classe C. E cada vez mais eles entram no site pra comprar, é o novo consumidor da internet”, diz Rita.

A loja virtual chama a atenção da classe C por ter preços 10% mais baixos que na loja física. E a explicação é que os custos da internet são bem menores.

“Para se ter uma idéia, o aluguel da loja física é de R$ 3,5 mil por mês. Já a loja virtual paga apenas R$ 250 por mês ao provedor da internet. Enquanto a loja física precisa de dois vendedores para atender os clientes, na loja virtual a própria empresária pega os pedidos uma vez por dia, em minutos.

Segundo os empresários, o consumidor da classe C tem um pouco de desconfiança com a internet, que, para ele, ainda é novidade. Por isso, uma das funções da loja física é transmitir segurança aos clientes.

Também no bairro de Santa Ifigênia,o empresário Juliano de Araújo se deu bem com o comercio eletrônico para a classe C. Desde 2008, ele vende GPS, câmeras fotográficas, DVDs portáteis e tablets. Há seis meses, ele montou uma loja virtual, e dobrou o faturamento.

O empresário investiu R$ 2 mil para montar o site. Basta clicar no produto, colocar no carrinho e ver a simulação das parcelas. Ele não tem dúvidas de que o comercio eletrônico popular vai explodir em vendas daqui para frente.

“A nossa expectativa até o final do ano é de ter 5 mil visitas por dia, e a gente calcula faturar 3 vezes mais do que na loja física com o site”, diz Juliano.

g1.com

E-commerce no dia das Crianças

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Quem tem filhos sabe muito bem que levá-los ao shopping ou ao mercado não é uma boa ideia quando se quer economizar. As crianças, mais do que ninguém, sabem exatamente como convencer a comprar aquilo que não cabe no bolso.

Milhares de pais já encontraram uma solução para isso: adquirir produtos infantis pela internet. Segundo o e-bit, o e-commerce deve movimentar R$740 milhões nesse próximo Dia das Crianças.

E aqui no Brasil já tem  muita gente de olho nesse mercado que, literalmente, não para de crescer. Essa semana (30/09), o site baby.com.br foi lançado com o objetivo de vender produtos especialmente para bebês e crianças, como fraldas, roupinhas, papinhas e produtos das melhores marcas.

Segundo o Banco Mundial, no Brasil nascem ao menos 3 milhões de bebês a cada ano, o que garante o sucesso de quem quer entrar nesse mercado.