#Infográfico O Marketing de Conteúdo para a sua marca

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futuro do marketing está exatamente nessa habilidade de fornecer informações úteis e relevantes a potenciais clientes, ou seja, o Marketing de Conteúdo.

Rádios, TVs, anúncios pagos e assim por diante. Modelos comuns de publicidade, pontos básicos de posicionamento que, aos poucos, estão se tornando questionáveis através da realidade atual. Interromper seu programa de rádio ou TV favorito para ouvir uma mensagem a respeito de um produto e/ou serviço e ainda assim, conseguir a atenção e interesse do consumidor. Uma tarefa cada vez mais difícil para profissionais da comunicação.

Como mero espectador de tudo isso, confesso que me encanto com comerciais de grandes marcas em intervalos de Super Bowl ou da novela das 21h, por exemplo. Grandes referenciais para alcance de uma grande audiência. Mas fora o encanto, será que isso realmente me faz consumir aquele produto ou serviço? Para ser sincero, difícil. Até porque, Super Bowl é uma vez por ano e eu detesto novelas. Portanto, o trabalho dos comunicadores deste país deverá ser um pouco mais puxado – e isso é o que está se percebendo, principalmente na internet.

Está cada vez mais claro que os principais canais utilizados hoje para disseminar esse conteúdo são redes sociais e blogs. Há estudos que apontam um comportamento de grande influência sobre os conteúdos disseminados em blogs, por exemplo. O que um blogueiro escreve a respeito de uma marca pode ter uma grande participação na decisão de compra do consumidor. Ou seja, construir uma boa base de influência através da rede de blogues pode te posicionar de uma forma positiva com o teu mercado de atuação – e público-alvo.  Isso tudo é visto diante de uma boa construção de marketing de conteúdo.

Na verdade, esse tipo de método estabelece um processo interativo que cria relações significativas e de alta qualidade com o público-alvo. Quando uma informação publicada ajuda realmente um cliente em potencial, estimula o pensamento, gera debate ou simplesmente diverte. Essa interação, cria um relacionamento com o cliente que acaba por viralizar a informação.

O Henrique Carvalho, do blog Viver de Blog, criou um infográfico fantásticosuper completo e didático, que explora números e traz muita informação sobre o Marketing de Conteúdo.

Confira o infográfico abaixo. Caso queira baixá-lo em alta qualidade, clique aqui.

Marketing de Conteúdo – a jogada de mestre

Fonte: PapoUni

O uso de pseudônimos: o caso #Salman Rushdie

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O escritor Salman Rushdie usou o Twitter para publicar uma série de posts exasperados. Segundo ele, o Facebook havia desativado sua conta, requerendo provas de identidade, e o transformou em Ahmed Rushdie, o nome utilizado pelo autor em seu passaporte. Porém, ele nunca usou seu primeiro nome, Ahmed; o mundo o conhece como Salman.

Salman questionou: será que o Facebook transformaria J. Edgar Hoover em John Hoover, ou Scott Fitzgerald em Francis Fitzgerald?

“Onde você está se escondendo, Mark?”, disse, fazendo menção ao executivo-chefe do Facebook, Mark Zuckerberg. “Volte aqui e devolva meu nome!”

O universo do Twitter abraçou a causa. Em duas horas, Rushdie declarou vitória: “O Facebook afrouxou! Eu sou Salman Rushdie novamente. Eu me sinto MUITO melhor. Uma crise de identidade na minha idade não é divertido”.

Os pontos discutidos por Rushdie são algumas das noções mais complexas da era digital: você é quem você diz ser on-line? Quem trabalha por isso –e o que ganha com isso?

Como a internet se transformou em um local para todos os tipos de transações, de comprar um tênis a derrubar ditadores, um debate vital vem crescendo sobre como as pessoas se representam e se revelam nos sites que visitam. Um lado vê um sistema em que cada um usará um tipo de passaporte digital com seu nome real e expedido por empresas como Facebook, para viajar pela internet. Outro lado acredita no direito de usar chapéus diferentes –e, às vezes, máscaras– para você poder consumir e expressar o que quiser, sem medo de repercussões off-line.

Zsolt Szigetvary/Efe
Salman Rushdie
O escritor Salman Rushdie, que teve seu nome modificado pelo Facebook

O argumento contra os pseudônimos mostra como a internet do futuro deverá ser organizada. Grandes empresas de internet, como Google, Facebook e Twitter, têm participação importante no debate –e, em alguns casos, filosofias completamente diferentes, que sinalizam suas próprias ambições.

O Facebook insiste no que chama de identidade autêntica, ou nomes reais. E isso tem se transformado em um passaporte em vários sentidos, permitindo que seus usuários entrem em mais de 7 milhões de outros sites e aplicativos com seu nome de usuário e senha do Facebook.

A rede social do Google, o Google+, que abriu suas portas para todos os usuários em setembro, também quer os nomes que seus usuários usam no mundo off-line, e chegou a banir algumas contas por isso.

Mas o Google indicou recentemente que deverá permitir o uso de apelidos. Vic Gundotra, executivo do Google responsável pela rede social, disse em uma conferência no último mês que quer criar uma “atmosfera” confortável mesmo para aqueles que usam nomes falsos. “É complicado fazer isso de forma correta”, disse.

Em contraste total, o Twitter segue a teoria do cada um por si, permitindo o uso de pseudônimos de pessoas desde apoiadores do WikiLeaks até a perfis falsos de famosos. Mas ele considera a representação enganosa como motivo para suspender usuários.

“O risco real para o mundo será se a tecnologia da informação criar um sistema de identificação para todos”, diz Joichi Ito, diretor do Media Lab, do instituto MIT. “Nos EUA, talvez isso não seja um problema. Mas se cada criança na Síria for identificada a cada vez que usar a internet, ela poderá correr risco de vida”.

O problema é que a internet é usada para razões diferentes por pessoas diferentes.

Pode ser vital para uma pessoa usar sua identidade real para encontrar um trabalho em sites como o LinkedIn, diz Ito, mas também pode ser arriscado usar seu nome real para expressar opiniões políticas na internet. Ito diz ficar preocupado com a possibilidade de serviços extremamente populares e ubíquos, como o Facebook e o Google, insistam em uso real de identidade, criando uma espécie de regra para o uso da internet.

As pessoas sempre usaram pseudônimos. Várias delas são mais conhecidas por seus nomes falsos; pense em Lady Gaga ou mark Twain. Outros que usam pseudônimos para se proteger: fontes anônimas e dissidentes. Há ainda aqueles que usam nomes falsos para perturbar outras pessoas ou enviar spams.

A política de nomes reais pode representar problemas na vida real. Wael Ghonim, famoso blogueiro egípcio, usou um nome falso para criar uma popular página contra o ditador Mubarak. Isso fez com que o Facebook desligasse brevemente a página em árabe no meio da revolta popular no país, até que uma mulher americana concordasse em administrá-la usando seu nome real.

Sobre o caso da conta de Rushdie, a empresa não explica o que aconteceu, mas admite que houve um engano. “Nós pedimos desculpas pelo inconveniente que causamos a ele”, disse o Facebook.

Rushdie, que já viveu de forma anônima por causa de ameaças de morte, tem ultimamente se revelado no Twitter. E por meio dele, ele lutou por seu nome on-line. Um impostor usava uma conta falsa do escritor no Twitter, e Rushdie pediu para a empresa removê-lo. Agora, sua página tem o símbolo azul de “Conta Verificada”, com direito a frase de Popeye: “eu sou o que sou e é tudo isso que sou”.

fonte: Folha.com

Modos de como NÃO atuar nas redes socias – #gestão de crises

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Cada vez mais há pessoas se comunicando através das redes sociais. Essa comunicação compete a todo o tipo de conversa, assunto e discussão. Muito dessas trocas de informações ocorrem por questões comportamentais de diálogos referindo-se a produtos e serviços que estes usuários acabaram adquirindo.

Assim, a movimentação do que é dito nessas plataformas está cada mais densa e cheia de oportunidades. A empresa que souber lidar com esse conteúdo social em benefício de promover promoções e produtos para atender essa exigente demanda, sairá ganhando muito com esse consumidor.

O problema é quando as empresas se lançam nesse novo ambiente sem se preparar adequadamente, correndo o risco de gerar efeito contrário ao que esperavam: antipatia, reclamações e rejeição aos seus produtos. E isso é muito mais fácil de ocorrer do que se imagina. Foram listadas algumas situações em que o desprezo pela comunicação da empresa com o seu cliente acabe gerando algum retorno negativo nas ações de mídias sociais:

  • Ignorar o que falam sobre você: a primeira ação das empresas nas redes sociais geralmente é criar o seu perfil nos principais sites para postagem de conteúdo. Poucas se preocupam em fazer antes um monitoramento prévio para saber o que as pessoas falam sobre elas e seus concorrentes para definir de forma mais precisa onde e como atuar.
  • Profissional adequado: a prioridade é ter um “rato” em redes sociais, aquela pessoa que é mestre em conseguir milhares de seguidores e fãs em poucos dias. O problema é quando algo sai do roteiro, como, por exemplo, lidar com clientes insatisfeitos, esclarecer dúvidas técnicas ou mesmo critérios da própria promoção nas redes sociais. Nesse momento, a empresa vai sentir falta de um profissional com conhecimento e experiência em comunicação empresarial, marketing ou atendimento ao cliente preparado para lidar com situações que não se restrinjam à atualização do perfil no Twitter ou Facebook.
  • Comece imediatamente: Na internet ninguém tem paciência para esperar um site abrir, uma imagem carregar ou aguardar mais de um dia além do prazo para receber um produto adquirido em uma loja online. Então também temos de correr para criar nossa presença nas redes sociais e iniciar uma campanha, certo? Nem sempre. O que adianta ser rápido se não se sabe onde se quer chegar?
  • Criar metas fora da realidade: A empresa não faz nenhum tipo de publicidade ou propaganda, não tem presença na internet além do site institucional e de um mês para outro quer ter milhares de seguidores e fãs. Para isso, decidiu sortear um (isso mesmo, um) pen drive para cada 5 mil seguidores novos (este é um caso real), considerando que as pessoas ficariam muito contentes somente em participar da promoção e concorrer a um brinde. Como não foi feito um monitoramento prévio para se ter uma referência sobre quais promoções faziam mais sucesso nas redes sociais, todos ficaram espantados com a falta de êxito da campanha.
  • Falta de divulgação: Também é bastante comum a opinião de que uma promoção não precisa de publicidade. As pessoas ficarão tão contentes em participar que espalharão a campanha umas para as outras. Por não terem feito um monitoramento anterior, não tomaram conhecimento de que a sua campanha pode ser mais uma entre centenas e que por si só não seja capaz de chamar a atenção.
  • Deixe os responsáveis se virarem: O responsável pela atuação nas redes sociais (seja ele um colaborador interno, um profissional de uma agência especializada ou o alguém próximo) tem pouco ou nenhum contato com profissionais de atendimento ao consumidor, vendas e logística que poderiam orientá-lo a responder rapidamente reclamações ou dúvidas técnicas. É comum inclusive que essas áreas sequer saibam das atividades da empresa nas redes sociais.

PACHECO,R.O.

 

 

 

Uma visão do futuro para as mídias sociais #redessociais e #internet [TCC]

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            O formato da comunicação social em que um determinado grupo compartilha e contribui interesses em comum é um fato da humanidade desde os primórdios. Há muito tempo o ser humano já exerce o compartilhamento de relações e interesses para um bem mútuo na sociedade. Com o avanço das civilizações e o poder da contribuição cultural entre povos, essa disseminação de conteúdo se tornou algo fundamental e foi criando atributos específicos durante o passar do tempo.

E toda essa evolução foi capaz de promover movimentações de caráter tecnológicas essenciais para o desenvolvimento da comunicação humana. O avanço de dispositivos eletrônicos capaz de estreitar relações de pessoas que estão em lados opostos do globo fez da comunicação atual ser muito mais acessível e dinâmica para as pessoas.  E esse dinamismo está sendo aperfeiçoado e ajustado para que seja atribuído às relações comerciais entre a marca e o consumidor. Mas para que essa essência se fortaleça, as atribuições às estratégias e o planejamento de uma ação de comunicação deverá ser muito bem estruturada e condicionadamente eficaz para que haja o melhor desempenho possível.

E em função deste desempenho, o caráter empreendedor de cada pessoa deverá ascender para que toda essa evolução se caracterize como um incremento para seus negócios. Caso contrário, o efeito é reverso e o contorno poderá ser bem mais complicado.

Cada um tem seu jeito, suas próprias características, mas alguns atributos comportamentais são essenciais para a concretização da visão empreendedora, entre eles a capacidade de articulação social. No capital social de cada pessoa estão todos os recursos que precisam ser mobilizados – ideias, críticas, profissionais, dinheiro – para que um empreendimento se torne realidade.

Em pleno século XXI, as plataformas tecnológicas de relacionamento são uma realidade e podem ser utilizadas para otimizar a capacidade de articulação social do empreendedor. As mídias sociais são um canal de comunicação massivo, veloz e de baixo custo. Portanto, que a web 2.0 seja bem-vinda: a intenção é conhecer melhor o meio, aprender as ferramentas disponíveis e utilizar os recursos de relacionamentos em nosso projeto empreendedor, sempre que forem adequados e necessários. As possibilidades para encontrar na internet o melhor resultado são enormes, mas é preciso conhecer o mar para saber escolher a melhor onda e surfar até a praia, sem grandes tombos.

As ferramentas da web 2.0, entretanto, são incapazes por si mesmas de viabilizar um projeto empreendedor. Há uma euforia excessiva com as soluções possibilitadas pelas novas tecnologias. Por que excessiva? Em primeiro lugar, porque tudo aquilo que você pode fazer em maior quantidade e maior velocidade com tecnologia pode ser feito com qualidade em menor escala sem tecnologia. Em segundo, porque o universo virtual recebe e devolve somente aquilo que somos capazes de lhe entregar. Existe uma velha máxima entre os programadores que diz: quando dá input em informações ruins, o output será de baixa qualidade. O problema não está no programa, que pode até ser muito bom, mas na qualidade dos dados que entraram. Então, quando uma pessoa não tem o hábito de cultivar sua rede de relacionamentos, fortalecendo e ampliando seu capital social no mundo real, isso não será diferente na virtualidade. É provável, inclusive, que os maus resultados sejam colhidos mais depressa, tendo em vista a velocidade com que o meio dissemina as informações.

O mesmo raciocínio vale para as empresas. Quando uma companhia não tem a cultura de se relacionar com respeito e credibilidade com seus funcionários, fornecedores e clientes, a participação nas mídias sociais tende a fracassar. A confiança é a palavra-chave para se navegar nas redes sociais: sem confiança não há tecnologia capaz de viabilizar a colaboração. Confiança significa credibilidade.

Outro ponto importante a destacar refere-se especificamente ao projeto empreendedor de abertura de um negocio. Todos temos uma relação complexa com o dinheiro, e a maioria oscila entre dois extremos: 1) acreditar que ter espírito de colaboração é ser avesso ao lucro; ou 2) considerar que o lucro crescente é o único objetivo da empresa. O dinheiro pelo dinheiro é pouco comparado à riqueza, à prosperidade e ao bem-estar que podem ser gerados por um empreendimento bem-sucedido. Se um cliente entra na sua loja ou restaurante e deixa somente dinheiro, você, como empreendedor, vai perder muita coisa: satisfação, elogios, criticas, colaboração e fidelização. Pouco a pouco a longevidade do seu negocio vai sendo corroída. Por outro lado, o “bom-mocismo” exacerbado, além de ser nocivo para a longevidade do negocio, também impede que a empresa cresça, desenvolva-se, gere mais empregos e viabilize a distribuição de renda na sociedade. É danoso para todos.

O empreendedor que abre um negócio tem de buscar o equilíbrio entre esses dois extremos. É bom lucrar, crescer, compartilhar prosperidade, mas o dinheiro não pode se tornar meta única e exclusiva. É possível gerar riqueza sem perder a consciência de que se esta em sociedade, assumindo uma postura realizadora, que constrói para a permanência e não para a destruição. Esse ponto de vista vem sendo defendido e ganhando adeptos desde 1994, quando John Elkington, um dos gurus mundiais da sustentabilidade, propôs um novo modelo empresarial baseado em três pilares, que ficaram conhecidos como os três Ps: qualidade ambiental (planet), justiça social (people) e desenvolvimento econômico (profit).

Quando um negócio opera cotidianamente equilibrado nos três Ps, está pavimentado o caminho para a fidelização dos clientes e para a longevidade dos negócios. Com a credibilidade conquistada e consolidada, não há razão para temer a abertura de diálogo com funcionários, fornecedores e consumidores. E, quando a conversa é baseada na confiança, as mídias sociais podem ser usadas para obter colaboração da melhor qualidade. É o já famoso ciclo virtuoso, que só traz benefícios a todos. Colocá-lo em pratica e torná-lo realidade depende, acima de tudo, da postura do empreendedor em seu negocio. É preciso assumir o protagonismo, fazer escolhas, tomar decisões e encontrar o equilíbrio.

A ambição é um dos fatores que movem o empreendedor, e ele quer fazer mais para receber mais em troca. Nada mais natural e justo. Mas é necessário fazer uma clara distinção entre ambição e ganância. A ambição é construtiva e válida; a ganância é destrutiva. O empreendedor deve questionar qual é, para ele, o significado de suficiente. O lucro deve atender às necessidades do empreendedor, remunerando seus riscos e investimentos, mas não deve ser pouco, porque tem de ser o bastante para permitir reinvestimentos, gerando mais produção, mais empregos, mais renda e mais bem-estar. Porém, sempre com a consciência da minimização e compensação dos impactos socioambientais. Essa é a grandeza do suficiente: gerar prosperidade para o empreendedor e para a comunidade no seu entorno com sustentabilidade. Qual é o lucro ético de seu negocio? Dois mil reais, dois milhões, dois bilhões? Qual grandeza é suficiente?

Existem duas razões básicas que movem o empreendedor: a necessidade e a oportunidade. No primeiro caso, a pessoa não faz propriamente uma escolha. É o desemprego ou a informalidade que provocam a necessidade de assegurar ou de melhorar a renda. Na oportunidade, é justamente o oposto. A pessoa toma a decisão de empreender, porque detectou a oportunidade de mercado e construiu a visão de seu projeto empreendedor.

E como a estrutura de incentivo ao empreendedor brasileiro é relativamente limitada comparada ao de outros países, alternativas de crescimento e mobilidade empresarial tornam-se essenciais na manutenção de uma marca no mercado. E as mídias sociais podem estabelecer essa manutenção de uma forma barata, acessível e acima de tudo, socialmente engajada.

Uma oportunidade que surgiu com o crescimento das redes sociais foi a possibilidade de monitorar as conversas dos internautas, a fim de antecipar tendências e de avaliar como está o seu nicho de mercado. Medir o que o consumidor fala sobre a concorrência ou mesmo empresas de outros segmentos permite a compreensão da audiência, fundamentando a sobrevivência a um mercado com clientes cada vez menos fiéis e cada vez mais ávidos por empresas transparentes e socialmente responsáveis.

Diante dessa nova realidade, é importante que se dedique mais com o que você coloca na web. Procure otimizar seus comentários, suas aparições e seus conteúdos nas redes sociais. Utilize dessas ricas ferramentas como um empurrão na hora de conseguir um bom emprego. O dinamismo do mercado atual irá exigir de você alguma presença online. Por mais mínima que ela seja, não a desperdice demonstrando coisas desnecessárias e/ou pitorescas demais

Tanto os profissionais que já estão no mercado, quanto àqueles que estão à procura de colocação devem estar atentos aos tipos de informações que publicam em suas redes sociais, pois estas são de exclusiva responsabilidade de seu usuário. O que as empresas estão buscando nas mídias sociais são referências para conhecer melhor o perfil de seus profissionais e daqueles que pode vir a empregar, e dessa forma, avaliar se estas pessoas se enquadram dentro dos comportamentos e diretrizes que a organização considera mais condizentes com seus valores.

As opiniões ficam divididas, pois muitos profissionais acreditam que esse monitoramento é uma espécie de invasão à privacidade, não deixa de ser, mas é essencial salientar também que as redes sociais não deixam de ser uma extensão de quem você é. Nelas, você exprime suas ideias, seus pontos de vista, suas imagens, em vídeos ou fotos e, dispõe sua vida, suas atitudes a opinião alheia, criando e expondo sua imagem online, por isso é importante fazer um autogerenciamento dos conteúdos postados em suas redes sociais.

Mas, afinal, de quem é a responsabilidade das redes sociais? Das empresas? Dos profissionais? As empresas devem liberar o uso das redes sociais aos seus funcionários? É preciso uma política ou um código de conduta? Ou é melhor bloquear o uso a todos? E os colaboradores podem falar nas redes em nome da empresa? Defendê-la? Ou como eles podem separar a parte profissional da pessoal? Afinal, as redes sociais são pessoais, não?

São muitas questões realmente delicadas ainda de terem respostas efetivas e concretas. Afinal, é um novo comportamento que não sabemos ainda qual o caminho será o mais eficaz a ser seguido. A certeza de que temos é que as redes sociais estão mudando toda uma sociedade – pelo menos no relacionamento interpessoal – e anos à frente, elas serão estudadas e explicadas nas salas de aula, como um dos grandes marcos da economia social.

Entender a web 2.0, que se pauta pela interatividade com os leitores, não é uma tarefa tão fácil. Muitas empresas ainda pecam ao considerar as redes sociais como spam ou a utilizá-las como uma forma de controlar ou censurar os seus clientes. Seja qual for o uso das redes, a verdade é que a relação mais humanizada com os usuários pode, sim, converter-se em retorno financeiro. Quando se trata de mídia social, a dedicação de um trabalho bem feito é essencial: antes de colocar seu empreendimento nas mídias sociais, dedique algum tempo ao planejamento e à organização do conteúdo. Pesquise quais mídias funcionam para seu negócio, conheça o público que você quer atingir e defina como vai interagir com ele.

Hoje já é discutido e muito bem delimitado que o uso das redes sociais para disseminar informações empresariais, formação de equipes e conhecimento para capturar e transferir será a regra, não a exceção para a sobrevivência das empresas daqui cinco ou dez anos. É possível caracterizar uma adaptação no momento, mas num futuro bem próximo, essas políticas deverão estar presentes no cartel de marketing e investimento das empresas.

Já não se controla a inovação ou qualquer outro processo de desenvolvimento que envolva a internet capaz de limitar o acesso e manter alguém de fora. As operações culturais continuam a ganhar velocidade, os negócios empresariais vão se transformar nas mídias sociais internas – a nova intranet – para formar conexões em torno dos membros dos times.

Funcionários não fazem comerciais à noite ou projetam anúncios aos finais de semana. Mas o aproveitamento das redes sociais dos funcionários, que, voluntariamente, falam da empresa na rede, é uma grande oportunidade para a companhia. É claro que isso irá exigir que a empresa ofereça treinamento e orientações no lugar para garantir que as mensagens estão de acordo com as políticas de metas e negócios.

Essas novas plataformas sociais acabam estimulando que as pessoas se tornassem formadores de opinião, que contaminem a opinião de outros através de seus pontos de vista. E este mundo precisa ser melhor compreendido pelas empresas. A mobilidade das informações está criando um novo conceito de adquirir dados e manter ligações como nunca vista antes.

As facilidades da tecnologia digital deram inicio a uma espécie de “corrida do ouro’’, mais conhecida como customização e/ou personalização de serviços e produtos segundo o perfil de usuários/clientes. Isso significa tomar a economia de consumo pela outra ponta, oferecendo exatamente aquilo que possa atender da melhor maneira possível ao gosto de alguém. É a multiplicação dos sites com recursos do tipo “monte o produto segundo suas preferências”, “personalize sua página de entrada” etc. Acredita-se que, conhecendo o perfil do consumidor, ele possa ser atraído com produtos que atendam exatamente ao que deseja. Outros apostam que é possível até se antecipar a esse desejo.

Mas por que acreditamos, afinal, que um grande volume de ofertas de produtos e serviços corresponderia a um maior grau de liberdade para a tomada de decisão, quando de fato nos sentimos angustiados ante o excesso de opções? Ninguém duvida de que duas ou três opções podem nos deixar ainda com fome, mas é certo que 50 mil nos causam indigestão. Será que um dia assistiremos aos cinco mil títulos de filmes disponíveis em nossa locadora? E quem gostaria de encontrar no mesmo local apenas cinco ou seis títulos? Ou encontrar aqueles poucos que correspondem a seu perfil, quando milhares de outros filmes estariam escondidos?

Parece que se chegou a um ponto de conversão, em que as pessoas experimentam o limite do sonho da sociedade de consumo do século 20, quando a oferta era algo fundamental mas nunca se teve a experiência do excesso. Digamos que o horizonte de oferta era palpável. Com a internet, pela primeira vez se passou a compreender o que é exatamente estar diante de milhões de dados a nosso dispor, e, assim, entendeu-se quão paradoxal é essa situação. Os primeiros sinais de como se poderá lidar com isso chegam do próprio ciberespaço. De forma lenta mas constante, está se construindo um novo modo de relação com a escolha: através dos sofisticados mecanismos de sugestão, que fazem a decisão dos indivíduos pender para determinado produto ou serviço.

A cultura digital é a cultura dos filtros, da seleção, das sugestões e dos comentários. Os mecanismos de busca de ultima geração, os agentes inteligentes e as comunidades virtuais seriam estratégias que visam poupar os usuários do martírio da opção entre uma miríade de possibilidades. No confronto com o excesso, nasce a percepção de que as escolhas se orientam de modo muito mais complexo do que uma decisão simples e objetiva entre uma coisa ou outra. Em meio a esse processo, mais uma vez, encontra-se o problema de como captar a atenção das pessoas, como participar de sua tomada de decisão e com que artifícios. Essa seria, sem duvida, uma das razoes pelas quais a economia digital estaria sendo tratada atualmente como economia da atenção.

Acima de tudo, no mundo 2.0, para se destacar é preciso ser relevante. Os usuários querem ter seus problemas e dúvidas sanados e essa é uma grande oportunidade para as empresas demonstrarem seu know how no segmento. A divulgação de conteúdo de maneira adequada a cada plataforma, com linguagem específica para o público-alvo, é uma excelente estratégia de posicionamento. Dessa forma, o conteúdo compartilhado poderá ser propagado fortalecendo a imagem da marca como referência para o mercado de atuação e estreitando seus laços com seus consumidores.

As empresas estão de mãos atadas depois que qualquer rede social pode ser acessada pelos celulares. Cabe a responsabilidade de cada profissional saber a hora certa de usar e o que postar. O desafio de hoje é muito maior do que qualquer bloqueio corporativo – o desafio é cultural dos profissionais.

De qualquer forma, cuide com o que é divulgado na rede e respeite os usuários. Leia os termos e busque informações para promover qualquer tipo de interação e publicação nas redes sociais. Saiba que essas plataformas podem alterar seus movimentos a qualquer momento. Mantenha-se informado e conscientemente social.

E no caso de ética comercial e uma mobilidade social engajada, o mais importante é a marca manter uma presença coerente e constante em vários canais online e off-line, em termos de conteúdo, aparência gráfica e postura. Assim, a chance da marca sobreviver e ser lembrada entre tantas outras aumenta significativamente.

PACHECO,R.O.

#Facebook planeja grande redesenho – #internet e #interação

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O Facebook planeja anunciar um grande redesenho dos perfis dos usuários na sua conferência de desenvolvedores, f8, nesta semana, revela o Mashable. Duas fontes que pediram para não ser identificadas disseram ao site de tecnologia que o novo design será significativo e fará dos perfis ambientes mais propícios para o consumo de conteúdo.

Um dos entrevistados adiantou que a reforma vai deixar o Facebook mais atraente, para que os usuários gastem mais tempo na rede social. Outro fator que teria motivado a mudança é o investimento da empresa em social e-commerce, o comércio eletrônico dentro da rede.

“Nós não sabemos exatamente o que isso significa, mas ouvimos conversas sobre o Facebook dar mais destaques ao Facebook Credits, a moeda virtual da rede”, diz o Mashable.

O site conta ainda que uma loja de aplicativos do Facebook também pode ser lançada no evento f8. A rede social se recusou a comentar os rumores.

A expectativa é de que a novidade seja anunciada junto à plataforma de mídia que permitirá aos usuários o compartilhamento de músicas, programas de TV e filmes. O “The New York Times” afirmou que os serviços de música via streaming Spotify, Rhapsody, Rdio, MOG e Deezer e o site de clipes Vevo estariam entre os parceiros nessa empreitada.

A ideia por trás da parceria é criar uma forma de mostrar no perfil dos usuários o conteúdo consumido nesses serviços. A música que alguém estiver escutando, por exemplo, via Spotify, poderá ser vista e acessada pelo amigo. Mas esses serviços ainda não estão disponíveis no Brasil. A conferir quais serão as novidades para os brasileiros.

Nayara Fraga