6 passos importantes para a manutenção de um blog corporativo de forma inteligente

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Substituir um site institucional por ferramentas sociais online, como um blog ou até mesma uma fan page corporativa, nunca foi muito recomendável. Cada um dos lados pode muito bem servir para complementar o outro e quando isso acontece da forma correta, mais tráfego aparece para o seu site assim como mais seguidores/fans para as suas redes sociais acabam surgindo.

Blog Corporativo - Planejamento é o ponto de partida.

Blog Corporativo – Planejamento é o ponto de partida

E se você procura uma postura institucional mais corporativa com as redes sociais, um blog é uma opção muito bem aceita.

Além de ser uma vitrine mais alternativa para os seus negócios, um blog corporativo poderá complementar aquilo o que você sempre tentou dizer para o seu cliente final.

Com um formato até mais informal, mas sem perder “o ar de negócios”, usar o conteúdo de qualidade como moeda de troca para os seus usuários pode transformá-los em futuros clientes.

Mas se eu já tenho um blog, o que eu poderia fazer?

Obs: se você já tem um blog corporativo, presumo que os objetivos e o resultado que você pretende tirar através desses conteúdos já estão todos bem definidos, certo? Lembre-se: entrar em um ambiente de comunicação e não saber o que está fazendo, é a mesma coisa que usar um megafone e falar para o oceano.

Pois bem, vamos lá. Interação, novos leads/prospects, SAC, e-commerce, simples divulgações ou espaços para publicidade, todos esses itens dependerão, sem exceção alguma, um bom planejamento antes do primeiro clique em “Publicar”.

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20 Dicas de como criar conteúdo que atraia tráfego para seu site

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Criar conteúdo de qualidade já virou mais do que regra para o mundo digital. Para o posicionamento de uma marca na web então, nem se fale. A possibilidade de uma pessoa utilizar a grande rede para consulta é quase que unânime e se a sua empresa não estiver bem colocada, as chances de você perder negócios serão maiores.

Pensando nisso, algumas alternativas são bem viáveis para, principalmente, os pequenos e médios negócios. Com uma estrutura bem simples (e na maioria das vezes, barata) é possível posicionar a marca da empresa de forma criativa, diferente e, acima de tudo, relevante para aquele visitante. E uma das formas de fazer isso é criando um blog simplesmente pelo fato de que essa nova janelinha poderá proporcionar grandes negócios para a sua empresa.

O pessoal da InBound Marketing criou um resumão com 20 dicas bem úteis na hora de construir conteúdo no intuito de atrair a audiência para o seu site. Veja abaixo e capriche na escrita!

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Fonte: InBound Marketing

Nós sabemos que é sexta-feira. E não é por causa da internet #oldbutcool

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Todo mundo gosta do final de semana. Todo mundo sabe o quanto é bom chegar numa sexta-feira à noite e se jogar na cama sem ter o peso de uma obrigação profissional tão cedo no dia seguinte. Claro que nem todos podem usufruir deste privilégio. Pessoas trabalham no sábado (e outras tantas no domingo) e isso nem sempre é algo bom. Mas a maioria pode, sim, descansar até mais na tarde num sábado de manhã.

Eu diria que a preferência do brasileiro está tomando
outros rumos e isso é possível identificar com alguns números divulgados pela grande rede. Há cada vez mais pessoas acessando a internet, pessoas com celulares que acessam a internet, crianças que não sabem chutar uma bola mas já têm suas respectivas contas em joguinhos online, adultos esperando pelo amor de sua vida em salas de bate-papo e, é claro, o crescente número de pessoas que entram e saem todos os dias nas mais diversas redes sociais deste planeta. Seja o Facebook, Twitter, LinkedIn, Foursquare, WordPress e até Orkut, todos os internautas brasileiros, de alguma forma ou em algum momento da sua vida, já estiveram inseridos digitalmente nessas comunidades online.

O momento do país reflete muito esse cenário. A inclusão digital é cada vez maior, pois há cada vez mais pessoas comprando seus notebooks, netbooks, smartphones e os tão aclamados iPads ou qualquer outro tablet da vida. Querendo ou não, tecnologias assim nunca foram o forte da preferência nacional, mas se tornou o desejo de consumidor brasileiro há alguns anos.  Essas mudanças alteraram suas preferências de consumo e suas rotinas numa proporção muito elevada que chega até ser assustador.

E aonde eu quero chegar? É que toda essa onda de novidade e high-tech sensation estão deixando muitos usuários esquisitos, chatos e preguiçosos. Um exemplo disso são os usuários que adoram complicar a vida das empresas na internet. Só porque temos acesso a tantas redes sociais hoje em dia, não necessariamente que eu, como consumidor, tenho a voz e a razão para tudo o que é feito no mercado. Se eu compro um produto ruim ou sou mal atendido num restaurante, o fato de eu me jogar no Facebook debulhando essa marca não me faz um ser com razão ou no direito de exercer tal atitude sem antes entender o outro lado.

Compartilhar imagens editadas no Paint fazendo trocadilhos e comparando pessoas são engraçadas. Sim, num modo moderado de publicar essas coisas, tudo pode ser devidamente consumido na internet. Mas a impressão é que todo mundo pensa dessa forma e todo mundo quer ter o direto de ser engraçado nas redes sociais. Aguentar todo mundo compartilhando a mesma piada por uma ou duas horas no Facebook já é insuportavelmente demais. O poder de disseminação dessas publicações é tão grande que em poucos minutos tudo estará em uma proporção gigantesca capaz de ser tornar inconveniente para o restante da rede.

Preguiçosos também. Aquela boa e velha acomodação de ser fisgado ou não por uma frase de até 140 caracteres. Quantos leram o título deste artigo e sequer foram instigados a lê-lo integralmente? É bem possível que eu jogue esse texto no Twitter para uma divulgação simples e pessoas deem seu RT simplesmente por ter achado o título interessante. Mas terão aqueles que clicarão no link, abrirão a página e irão ler até o final. Se você chegou até essa linha, continue, eu digo que ficará melhor.

E a sexta-feira? O motivo pelo qual decidi intitular esse texto. Provavelmente, você que está lendo esse texto já deve ter percebido o quanto as pessoas gostam da sexta-feira. É sério, é bem mais do que imaginávamos. Talvez seja um gosto bem mais comum quanto pesava e esse, por sua vez, foi impulsionado pela internet. Mas justamente por conta dessa catalisação que a internet proporciona é que esse entusiasmo chega a ser um exagero.

A cada 5 ou 10 usuários sempre tem algum que diz algo do tipo “OBRIGADO SEXTA-FEIRA, SUA LINDA”, “SEXTA-FEIRA, ATÉ QUE ENFIM VOCÊ CHEGOU”, “HOJE É SEXTA-FEIRA” e assim por diante.

Sinceramente, se não fosse por vocês, eu jurava que iria consultar o calendário para ver que dia estamos. E não é brincadeira. Parece que 9 em cada 10 usuários estão exclamando o fato de ser sexta-feira. Simplesmente porque no dia seguinte eles poderão, ou não, usufruir de um descanso ou até mesmo em função de uma festa naquela noite.

A capacidade de gerar adeptos, o crescimento econômico do país e a constante evolução das tecnologias, fez que alguns usuários se tornassem um pouco inconvenientes ou até chatos em suas redes sociais. Pelo menos eu acho. E não acho que excluindo esse pessoal poderá melhorar esse quadro. Cada um tem seu modo de avaliar. Eu tento escrever textos assim para que, de alguma forma, os meus contatos mais próximos sejam alertados de suas posturas.

Uma ideia legal seria obter suas próprias digitais online nessas comunidades e criar seus espaços com mais originalidade. Por que não provocar os seus próprios conteúdos de qualidade? Seja qual for, busque a autenticidade e procure pelo novo, por aquilo que possa agregar na sua conta de contatos. Esse texto pode parecer um pouco provocativo mas acredito que algumas pessoas irão se questionar com esses pontos e poderão até mudar suas atitudes.

É muito mais bonito para o seu feeds de notícias quando você escreve algo mais elaborado. É muito mais interessante e contributivo saber que a sua participação na internet está sendo bem mais valiosa do que simples ‘likes’, ‘RTs’ ou ‘checkins’ da vida.

Ainda assim eu não culpo as plataformas e tampouco as atitudes que foram desenvolvidas. Acredito muito que são ondas de um momento novo e que isso tudo, num futuro bem próximo, esterá fora do padrão e novas modalidades de conteúdo estarão rodando pela grande rede. Será o Orkut o grande responsável por isso? O Facebook que ilustra nossas atitudes? O Twitter que é o nosso psicólogo digital? Se você ainda acredita que sua atuação servirá apenas para gerar ‘alvoroço’ numa sexta-feira, então comece a rever suas atitudes.

E se ainda não for o suficiente para você considerar as mídias sociais como ferramentas construtivas de relacionamentos e contribuição coletiva para bons conteúdos, autênticos, originais, prestativos ou não, então só digo uma coisa para você: curta esse texto e compartilhe.

E o pau vai comer! #SOPA

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Se você ainda não conhece o que é a tal da SOPA, não se assuste. O blog não vai começar a discutir receitas da Ana Maria Braga. Tampouco irá ensinar pratos de natal ou jantares para o dia dos namorados. A questão que envolve a SOPA é bem mais perigosa e contraditória do que aquele papagaio falante matinal.

Caso queira entender o que é a SOPA, leia esse post já publicado pelo blog que ilustra bem as intenções dos que querem aprovar essa medida.

Hoje começou o que já se esperava. Eu, particularmente, não acreditava que seria tão rápido. Mas como estamos falando de internet, tudo é muito dinâmico, espontâneo e esse texto que eu escrevi pode muito bem cair no outro lado do mundo ou até mesmo ser barrado pela SOPA em função, justamente, do poder da internet. E justamente é o poder da internet que tanto se contesta e nos preocupa com a aplicação dessa SOPA.

Imagine. Eu, como um grande consumidor das informações e da ‘democracia’ digital de poder fazer o que quiser virtualmente (usando sempre o bom senso e o modo download here com consciência), estou preocupado com as dimensões que essas medidas poderão alcançar. A SOPA é uma grande referência para voltarmos para o que a China vê hoje em dia (senão de uma forma pior). A liberdade de expressão está condenada com o propósito de salvar os direitos autorais de produções comerciais.

A Wikipedia será a marca de maior renome a fazer parte de uma crescente campanha que teve início às 3 horas de quarta-feira (horário de Brasília). Seus membros retirarão seu conteúdo do ar de modo a permitir aos visitantes apenas visualizar conteúdo sobre os polêmicos Stop Online Piracy Act (SOPA) e Protect Intellectual Property Act (PIPA) – Info.

É uma preocupação para os geradores de mídias espontâneas, dos comunicadores sociais, de Facebook à Google, tudo isso está ameaçado. O problema não é a plataforma em si, o fato de as pessoas não saberem mais o que o seu amigo comeu no jantar ou sobre a viagem que o mesmo fez no último verão. A finalidade pode muito justificar o fim de grandes rebeliões, algumas até de grande conhecimento global como as que aconteceram ano passado no mundo árabe até as ocupações de Wall Street.

Tudo isso, querendo ou não, tiveram as mídias sociais como grande amplificadores das ações. E agora eu te pergunto. Será mesmo que o download que eu faço pode ser a grande preocupação dos magnatas ao querer lançar a SOPA? Estamos em 2012 e o fim do mundo já está próximo. Com essa lei em vigor, como iremos trollar a respeito desses fatos nos perfis de nossos amigos?

Da mesma forma que a internet proporciona uma grande oportunidade de se conseguir o que quer e a facilidade de compartilhar esses conteúdos, basta que as grandes produtoras e seus respectivos produtos se enquadrem nessa nova modalidade e que assim, usufruem do poder das mídias de massa para arrecadar cada vez mais clientes/fãs/usuários. A pirataria é feita a qualquer momento, por qualquer um. A internet só complementa. E se isso realmente fosse um problema para as empresas, lugares como 25 de Março já não existiriam mais no mapa.

Rodrigo.

Like is Cool – It’s so cool! @likes_cool

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