Feliz 2012! – @_macau e @likes_cool deseja a você um Feliz Fim do Mundo em 2012.

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Iremos parar entre o dia 31/12 até o dia 01/01/2012. 

E antes de finalizar o ano, deixo aqui algumas dicas para escolher bem a sua cor para passar a virada. Não que isso seja algo realmente importante, mas é só para não fugir do protocolo. Feliz 2012!

 

Algumas pessoas acreditam na força que as cores transmitem. À espera de boas vibrações, muitos optam por determinados tons na hora da virada. O Jornal Periscópio traz a definição de cada cor, de acordo com a designer de moda e consultora de imagem pessoal Nicole D’Andrea Branco de Araújo.

Para aqueles que desejam um ano tranquilo o branco significa: paz, pureza, calma e serenidade. Já o amarelo pode dar um empurrão para quem precisa ajustar as finanças, pois ele simboliza alegria, vitalidade, otimismo e criatividade.

Segundo Nicole D’Andrea, “a cor verde transmite esperança, saúde e conforto; o azul significa lealdade, fidelidade e tranquilidade. Agora se a intenção é arrumar um amor, o vermelho simboliza a paixão, conquista e o dinamismo”.

O laranja simboliza o sucesso e o encorajamento, para aqueles que precisam realizar mudanças. A cor marrom traz responsabilidade e excelência; o violeta significa a sabedoria, inteligência, purificação e cura. O rosa, assim como o vermelho simboliza o romantismo e a feminilidade.

Ao contrário do que muitos pensam, a cor preta tem sim um significado para o Ano Novo. Ela é muito utilizada em países como a Espanha e simboliza o poder, a sofisticação e o luxo.

O prateado promete para o ano de 2012 a estabilidade financeira e o sucesso. O dourado traz autoridade, nobreza e a prosperidade. “Agora é só escolher a cor que combina com o seu desejo”, finaliza a designer.

 

Agora vamos colocar o juízo e as boas intenções na cabeça, aproveitar as festas e voltar inteiro para 2012. Afinal, o último ano da história da humanidade deverá ser aproveitado nem que seja para fazer as últimas coisas que você deseja.

FELIZ FIM DO MUNDO!

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Disseminar vídeos de crueldades com animais nas redes sociais é positivo – @Midiatismo

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Os gurus da internet ainda não conseguiram desenvolver uma fórmula exata para a criação de vídeos virais de sucesso. Acredito que a dificuldade exista por tratar-se de uma experiência complexa e por vezes visceral cujo resultado final – a disseminação – depende de fatores que captam a atenção dos expectadores por meio dos seus sentimentos. Infelizmente, os vídeos de crueldade com animais possuem todos esses ingredientes e quando postados na rede viram hits instantâneos.

Basta uma busca qualquer no Google para encontrar milhares de vídeos, notícias e comunidades que tratam do tema. Algumas inclusive incentivadoras desses atos. No mês passado, os vídeos da cadelinha Yorkshire espancada até a morte e do jovem inglês que alimentou sua cobra píton com o gatinho da família causaram muita comoção nas redes e nas mídias sociais daqui e do Reino Unido.

Para se ter uma dimensão do impacto causado pelo ato da enfermeira Camila Corrêa, no dia (15/12), data em que as cenas da agressão à cadela foram postadas no Youtube, em uma das cópias que se espalharam pela rede, foram contabilizados mais de 60 mil acessos em um único dia. A agressão ao animal também entrou rapidamente para os TTs do Twitter e milhares de comunidades de repúdio ao ato foram criadas, sem contar as cerca de 40 mil ameaças à integridade física da agressora, feitas por meio das redes sociais, conforme informou o advogado da acusada, Gilson Saad.

imagem video enfermeira cachorro Disseminar vídeos de crueldades com animais nas redes sociais é positivo

Nos meios jornalísticos, onde o assunto reverbera até hoje, a situação não foi diferente, ao conferir uma única notícia sobre esse incidente de autoria da jornalista Gabriela Lima para o G1, que pode ser vista aqui, publicada dia (17/12), foram constatados: 871 comentários, 621 tuítes e 13 mil curtidas no Facebook. No homônimo inglês, a repercussão dos indignados no velho continente não foi muito diferente.

Quando aparece um fato causador de muita comoção por atingir o emocional das pessoas, como essas violências, muitas opiniões e teorias surgem. Nas discussões nas redes sociais e nos comentários nas matérias, os agressores foram chamados de sádicos, psicopatas e outros epítetos. Além das teorias disseminadas de que a postagem desses vídeos nas mídias sociais pode causar um efeito cascata e incentivar a prática de agressões aos animais – teoria à qual eu era partidário.

Essas questões apesar de conseguirem forte eco nas redes sociais não possuem respaldo no meio psiquiátrico. Segundo o vice-presidente da Sociedade Paranaense de Psiquiatria, Sivan Mauer, falar sobre pessoas que torturam animais não é algo simples, não se pode simplesmente taxá-las de sádicas ou psicopatas como muitos leigos fazem. Ele explica que no geral tais indivíduos têm sim algum tipo de distúrbio psiquiátrico. São geralmente pessoas frias, detentoras de personalidade antissocial e possuidoras de muita dificuldade em lidar com as frustrações o que, por si só, é algo muito grave.

Em relação à disseminação dos vídeos em rede, Mauer não crê que após a veiculação de um vídeo viral surja uma onda de pessoas maltratando ou torturando animais. Ele inclusive acha o contrário, pois tais vídeos, na opinião dele, devem sim ser exibidos como forma de denunciar os maus tratos. Quem pratica um ato desses, segundo o psiquiatra, deve ser exposto em cadeia nacional e responsabilizado criminalmente pelas suas ações.

Sobre a bizarrice praticada pelo jovem que alimentou sua cobra com o gato, chegando ao absurdo de colocar o animal num gorro de Papai Noel, como um presente para o réptil, o psiquiatra afirma que isso deveria ser tratado como um caso crônico de uma pessoa extremamente mimada e com déficit de atenção. Segundo ele, muitos desses problemas ocorrem por falta de limites, pois o ser humano necessita deles e quando não existem acontecem os abusos. Em muitos casos a sociedade é permissiva com esses atos. Ele acredita que a solução para coibir tais absurdos seria o endurecimento das penas para quem comete tais crimes.

Penas muito brandas

Entidades e grupos defensores dos direitos dos animais têm a mesma opinião do psiquiatra, tanto em relação à divulgação desses vídeos como na adoção de penas mais rígidas para os agressores. Segundo a presidente da SUIPA (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais), Izabel Cristina Nascimento, nos últimos anos, o brasileiro começou a utilizar mais a internet e, devido à facilidade e à rapidez na divulgação dos fatos, as pessoas começaram a tomar conhecimento, pelas redes sociais, dos maus tratos aos animais. Esse era um assunto desconhecido para a maioria, mas muito comum e conhecido pelos protetores.

Izabel vê com bons olhos a disseminação desses vídeos em rede como forma de conscientizar as pessoas para esse problema. Ela também não acredita que a postagem incentive a violência contra os animais. Segundo ela, a discussão desse tema nas redes é positiva porque a realidade diária conhecida pelos protetores precisa ser amplamente divulgada, para que as pessoas possam refletir sobre a violência praticada, aos ditos “irracionais”, pelos ditos “racionais”.

A presidente defende ainda uma mudança na legislação que trata do tema como forma de endurecer a pena para quem pratica tal ato. Ela explica que nas leis brasileiras, os animais “não humanos”, são chamados de ‘objetos de direito‘, enquanto que os “animais humanos” são considerados ‘sujeitos de direito‘. Enquanto os “animais não humanos” não forem incluídos na categoria de sujeitos, as penas continuarão muito brandas e, os agressores continuarão impunes, pagando, quando condenados, no máximo, uma cesta básica ou cumprindo alguma pena alternativa.

Hoje, os maus tratos contra animais domésticos são enquadrados na lei de crimes ambientais (nº 9605/98). A pena varia de três meses a um ano de prisão, no máximo um ano e meio, se há a morte do animal. Os casos acabam convertidos em penas alternativas, com o pagamento de cestas básicas ou a realização de serviços comunitários.

O Centro de Controle de Zoonoses da maior cidade do país, São Paulo, recebeu em 2011, aproximadamente 8.702 denúncias de maus tratos e mais da metade foi confirmada após vistoria.

A sociedade deve aceitar o fato que essa triste realidade existe e as redes e mídias sociais são canais fundamentais para conscientizar as pessoas, sobretudo as autoridades, para a importância de se combater essa covardia.

Por Marcelo Rebelo.

Blog Midiatismo.

Crescimento da conexão mobile na América Latina – [Infográfico] por @netpartner

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Pensamentos ultrapassados te faz ser ultrapassado pela concorrência. O Novo Social Learning.

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O desencadeamento das informações e o poder do compartilhamento que estamos presenciando pode gerar uma vasta riqueza de capital humano para as empresas, uma vez que estas conseguem direcionar corretamente todo esse fluxo de conhecimento. A interação e o fator educacional capaz de ascender com o uso das plataformas sociais, como as redes sociais digitais, pode criar um grande diferencial em função da circulação de conhecimento. A valorização desse processo e o condicionamento de regras e objetivas para que ele seja otimizado é fundamental para o mercado.

 

Empresas estão procurando por mão de obra qualificada. Estão dependendo cada vez mais de processos de treinamentos. Processos que estão desgastados, sem graças, rotineiros. Processos que ainda são praticados com alguma ausência, alguma falha, algum buraco que não poderá ser preenchido com os métodos tradicionais, capaz de gerar certa incapacidade de realizar a função. O social learning* vem como apoio, uma alternativa obrigatória de unir as exigências de um treinamento bem realizado com o aprendizado social com experiências de outros profissionais.

Mas fazer as empresas aceitarem essa nova modalidade não é muito fácil. É difícil cacarterizar um risco, por mais valioso e sensato que seja, para ser aplicado em grandes corporações. Eu resolvi escrever esse texto justamente para explorar os principais motivos que faz do social learning algo sem compromisso para os grandes empresários. Vou tentar explorar o que é dito contra o uso dessas plataformas e contornar para que tenhamos outro ponto de visão. Seja por uma experiência mal sucedida ou por algum desconhecimento, essas visões deverão ser corrigidas, justificadas. Afinal, o uso das plataformas sociais online para engajamento interno e, claro, publicidade e propaganda,  será um dos grandes campos da comunicação nas empresas para 2012.

E aí, como responder às críticas?

Nossa organização nunca adotará as mídias sociais.

O processo de adaptação com as mídias sociais não se trata de um salto do trampolim mais alto; é um processo de adaptação e adoção. Imagine que o mesmo cidadão que entra nas suas representações espalhadas pelo país é o mesmo que acessa contas de redes sociais espalhadas pela grande rede. O usuário também compra, tem dinheiro, quer gastar, tem opinião para falar e quer alguém para ouvir. A sua empresa quer perder essa audiência? Não evite as mídias sociais pelo fato de não entendê-las. Aprenda com quem sabe.

As pessoas publicarão coisas impróprias.

Se alguém coloca um conteúdo impróprio na porta do escritório, você não arranca a porta. Se alguém faz uma piada de mau gosto ao telefone, você não arranca o fio da parede. As ferramentas sociais ainda são uma novidade e, por isso, as histórias horripilantes circulam de modo viral e rapidamente. Então, em vez de bloquear o acesso, eduque as pessoas para que saibam usá-las de como eficiente no trabalho. As pessoas são consideradas o futuro de uma corporação, são elas que irão determinar o cursor do desenvolvimento de uma empresa. Eles são o futuro da colaboração e da aprendizagem, elas precisam ser preparadas para usar as mídias sociais com respeito e adotar as melhores práticas sociais. E além do mais, quem está disposto a prejudicar a empresa, fará isso de qualquer forma.

As pessoas publicação informações incorretas.

Essa é uma das minhas preferidas. É comum líderes de empresas se preocuparem com o uso das mídias sociais pois eles acreditam que o seu uso poderá estimular a publicação de informações que ele não aprovaria. Histórias de empresas que lidam com informações incorretas e equívocos são corriqueiras e muito dessas situações, felizmente, não são espalhados. Mas se uma situação dessa saíssem do controle em pleno contexto digital? Numa rede social da vida? Quando perguntas e respostas são feitas publicamente, existe a tendência de alguém corrigir os fatos ou os dados antigos, rumores e especulações. Sabendo que as informações são acessadas por muita gente, todos buscam ser mais precisos.
Uma ampla gama de detalhes sobre a empresa circula sem parar entre os colaboradores e chega ao mercado. Informações sobre a sua empresa escapam enquanto as pessoas conversam em restaurantes durante o almoço ou falam ao celular na fila do correio. Quando você oferece os meios para compartilhamento entre os colegas e se mostra confiante, vêm à tona as melhores informações, porque muitas pessoas as consideram úteis e importantes. Diferentes vozes corrigem mais facilmente os equívocos. É a sabedoria das multidões.

Muitas empresas bloqueiam informações sobre seu planejamento, especialmente os detalhes sobre os recursos humanos, de modo que os colaboradores não podem compartilhar dados sem autorização. Mais do que mirar o controle absoluto ( que é uma ilusão), expanda o círculo de confiança na companhia.

Nosso pesoal precisa de treinamento, não de socialização.

O social learning não substitui o treinamento. Pode até deixar um pouco de lado ou complementar bastante, mas tem a capacidade de estimular a transferência de conhecimento de uma forma que o treinamento nunca conseguirá. O ambiente de trabalho deixou de ser individualista e volta-se para as equipes, comunidades de prática e a colaboração. A coisa mais importante acontecendo em treinamento e desenvolvimento no ambiente de trabalho, hoje, é a derrubada das paredes da sala de aula para possibilitar que os experts e os colegas aproximem suas mensagens da vida e do trabalho por meio da tecnologia.

Os sistemas comprometem informações confidenciais.

Em vez de decretar que a novidade não é adequada para os ambientes organizacionais, essas organizações mais seletivas e restrita ao acesso comum, devem trabalhar a prática da boa governança. Incentivar as pessoas para que participem do compartilhamento de informações em comunidades online com uma compreensão de que têm responsabilidade sobre informações delicadas e confidenciais.

“Se você coloca muitos cadeados, criando uma cultura de precaução, isso é tudo o que você ganha: cadeados”.

As mídias sociais são incontroláveis.

Em vez de começar com uma política pesada, condenando o uso das mídias sociais, coloque em ação regras simples, definindo quando as pessoas devem usar quais ferramentas para comunicar, criar ou compartilhar tipos específicos de informação. Torne mais fácil para as pessoas classificarem as informações criadas por elas. Especifique dados e conteúdos apropriados para qual uso – especialmente dentro da empresa. Além disso, o fato de as pessoas verem o que os outros estão compartilhando favorece o atuomonitoramente e que cada um monitore o outro. Incentive as boas práticas e as decisões conscientes para chegar a uma solução de longo prazo.

Nada pode ser mensurado.

A natureza transparente das mídias sociais torna mais fácil mensurar o que está ocorrendo porque isso pode ser observado e rastreado. É possível analisar o que as pessoas estão procurando e mapear o que elas encontram. Pode avaliar não só aonde as pessoas vão com suas ferramentas sociais, mas também como chegam lá, quanto tempo permancem e o que fazem enquanto estão lá. Embora isso não verifique a transferência de conhecimento ou de habilidade, trata-se de um ótimo indicador. Boas mensurações podem indicar resultados funcionários mais do que simplesmente perguntar: “será que eles aprenderam?”. Pouco valor é agregado para a empresa se as pessoas não aplicam o que absorvem. As melhores mensurações dão um passo além ao conectar o uso de novas habilidades e o conhecimento com a forma como eles afetam os resultados.

O novo social learning promove um ambiente no qual as pessoas adquirem rápida e facilmente, novos conhecimentos e habilidades, enquanto tudo muda em torna delas, atendendo às demandas de um mundo em constante transformação.

O novo social learning transcende as mídias sociais, o treinamento e as antigas práticas de aprendizagem no ambiente de trabalho, tais como o acesso a mais fontes de informações, pontos de divulgação e uma abordagem mais ampla da rede que promove o fluxo das informações. Interlocutores e colaboradores ajudam no fluxo do trabalho.

Promova uma política de aprendizado social com a sua equipe e otimize o capital humano da sua empresa para que todo o conhecimento gerado, por todos os profissionais envolvidos, resulte em verdadeiros benefícios para a própria empresa.

*O Novo Social Learning – Como transformar as empresas com aprendizagem em rede. De Tony Bingham e Marcia Conner.

 

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