O estado da #internet no mundo – #web2.0

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Que a internet não para, todos sabem. Para dar uma dimensão do que isso representa, o site americano Online Schools decidiu manter um infográfico atualizado em tempo real com uma série de dados.

fonte: IstoÉDinheiro

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Escrevendo para #mídiassociais, dicas para seu conteúdo

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Novos tempos trazem novas formas de se comunicar, hoje atrair a atenção de um público tornou-se mais complexo e competir com uma grande quantidade de conteúdo disponível está cada vez mais difícil, mas especialmente em mídias sociais.

Para chamar a atenção do público dentro do ambiente de mídia social, recomendo a leitura das dicas abaixo que certamente irá dar-lhe perspectiva, para gradualmente ganhar a confiança e despertar interesse dos seus leitores.

Dicas para escrever para as mídias sociais

Escreva para o seu público: Não escreva algo apenas porque você gosta ou acha interessante ou por que todo mundo está escrevendo, investigue e descubra o que as pessoas querem ler, que tópicos são úteis para o público.

Busque um titulo de impacto: Talvez o elemento mais importante para captar a atenção do seu público. Entre a multidão de conteúdo na rede, como você pode se destacar? Você tem apenas alguns segundos para atrair a atenção dos usuários, faça com que suas palavras sejam atraentes, o título é o fator principal do seu conteúdo, afinal é a primeira coisa que os usuários leem.

Seja breve: Algo muito importante a considerar na nova era da comunicação é que as pessoas não estão dispostas a ler um conteúdo que não lhe passe informações rápidas. Seja específico, mostre as ideais, elimine o que não passa valor em sua escrita.

Um pequeno exemplo para encurtar o texto e ser objetivo:

Vamos aplicar a regra a um artigo de jornal, selecionado ao acaso um texto do New York Times. No primeiro parágrafo da notícia principal lia-se:

“Washington, 6 de Janeiro – Uma coisa já é clara sobre a forma como o presidente eleito, George W. Bush pretende governar a nação: as autoridades locais e estaduais terão muito mais flexibilidade para definir e executar todos os programas estaduais sociais, regulamentares e de obras públicas.”

Aplicando a regra de Orwell obtemos:

“Washington, 6 de Janeiro – Uma coisa é clara sobre a forma como George W. Bush pretende governar: as autoridades locais e estaduais terão mais flexibilidade para definir e executar os programas estaduais sociais, regulamentares e de obras públicas.”

Esta operação de racionalização passou de 46 para 38 palavras – uma redução de cerca de 18% sem afetar o respectivo conteúdo.

Imagens e gráficos ajudam: Seu público vai agradecer muito se o conteúdo estiver acompanhado por imagens, vídeos ou até mesmo um gráfico que tem um impacto mais forte do que o próprio texto, na medida em que os gráficos poderiam ser o teor total uma publicação.

Escreva como se você estivesse falando: Algo que produz um grande impacto sobre o público, e que os leitores se sintam como se estivessem em uma conversa com o próprio autor. Torne o artigo mais social!

Use palavras-chave: Embora seja um tema mais avançado, conforme você vai andando no caminho da escrita para as mídias sociais, você deve identificar quais são as palavras-chave que as pessoas mais pesquisam e assim incluir estas palavras em seu post.

Revise seu artigo: Uma vez terminado o seu artigo, volte e veja o que você desenvolveu, isso faz sentido?, É um título atrativo?, Verifiquei a ortografia?, Os elementos gráficos estão em harmonia com o que está escrito? Se você tiver a oportunidade peça que outra pessoa revise.

Experimente e continue tentando. Todo o conteúdo terá o mesmo impacto, alguns vão gostar outros talvez não, mas não pare de escrever, você vai ver que aos poucos vai conquistar confiança do público.

Por: Bruno.

Fonte: Bruno de Souza

CV 2.0 – Um bom curriculum #eletrônico e um #emprego garantido.

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O efeito das redes sociais está tomando proporções gigantescas no modo de vida de seus usuários. Todos os que frenquentam qualquer plataforma dessas sociedades virtuais reúne uma gama de informações e conteúdo que podem servir como diferencial na hora de se canditar à vaga de emprego. Mas para que isso se torne um ponto a mais na seleção, é sempre bom manter atualizado com os conteúdos e sempre social com o que se publica.

A crescente importância da mídia social, sem dúvida, tem influênciado muito em como devemos fazer um currículo. Ainda mais se a pretensão for competir em um processo de recrutamento em termos de modernidade.

Abaixo vou citar algumas ideias interessantes (ideias e não conselhos) de como trabalhar com a sua imagem nas redes sociais e usar desta imagem, pontos positivos frente ao mercado de trabalho. Vale a pena conferir.

  • 45% dos empregadores consideram potenciais empregados os candidatos on-line.
  • 24% disseram que fizeram um contrato depois de analisar um perfil em mídia social.
  • 33% dos empregadores admitiram que não ofereceram um trabalho depois de analisar um perfil em mídia social.
  • 26% das universidades estão usando buscas na internet para avaliar os candidatos para programas especiais

Acreditar que a sua vivência nas redes pode não influenciar nas decisões de recrutamento nas empresas é desacreditar no próprio perfil que você expõe. O que normalmente rola nas entrevistas de emprego? Muitas vezes vão questionar sobre a sua vida pessoal, como hobbies, amigos, estilos e coisas assim. E é esse o princípio básico de uma rede social. Será que antes mesmo dessa entrevista acontecer, os stakeholders não estão te observando para selecionar o melhor de seus perfis e confrontá-los na hora de uma entrevista?

Faça um perfil no Linkedin – Gerencie a sua identidade profissional. Construa e interaja com a sua rede profissional.
Faça um perfil no Facebook – Rede Social com mais de 750 milhões de usuários no mundo (inclusive empresas).
Faça uma conta no Twitter – servidor para microblogging, que permite aos usuários enviar e receber atualizações pessoais de outros contatos.

Comece com esses três principais e dê forças para a sua interatividade.

Dedique-se mais com o que você coloca na web. Procure otimizar seus comentários, suas aparições e seus conteúdos nas redes sociais. Utilize dessas ricas ferramentas como um empurrão na hora de conseguir um bom emprego. O dinamismo do mercado atual irá exigir de você alguma presença online. Por mais mínima que ela seja, não a disperdice demonstrando coisas desnecessárias e/ou pitorescas demais. Seja você mesmo e contribua com o social media.

Construa com as diferenças.

PACHECO,R.O.

As tendências e os desafios do varejo digital

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Especialistas que participaram do Digitailing – Fórum Internacional de Varejo Digital apontam falhas e caminhos do e-commerce no Brasil

Por Juliana Bacci
Editora Globo

Especialistas discutem tendências do e-commerce durante o Digitailing.

Durante a primeira edição do Digitailing – Fórum Internacional de Varejo Digital, que aconteceu nesta terça-feira (23/8) em São Paulo, especialistas nacionais e internacionais se reuniram para apontar as principais tendências – e falhas – do e-commerce no Brasil.

Segundo dados divulgados no evento, o país possui hoje 74 milhões de internautas, sendo que 96% deles já realizaram compras pela internet. Apesar do alto índice, algumas falhas apontadas pelo consumidor ainda atrapalham as transações comerciais on-line.

Entre as principais razões para não comprar pela internet, apontadas pelo estudo “Neoconsumidor 2011”, realizado pela realizada pela GS&MD – Gouvêa de Souza com apoio do Grupo Ebeltoft, está a o receio de não receber o produto. A pesquisa apontou que 41% dos internautas não compram pela internet com medo de nunca receberem a mercadoria.

Para evitar este transtorno, German Quiroga, CEO da empresa Nova Pontocom, empresa brasileira de comércio eletrônico criada a partir da associação entre Grupo Pão de Açúcar e Casas Bahia, conta que, no ano passado, a companhia encerrou suas vendas com promessa de entrega para o Natal no dia 17 de dezembro. “Abrimos mão dos melhores dias de venda do fim de ano para evitar problemas com atraso de entrega. Existe algo mais frustrante para um consumidor do que comprar um presente para uma pessoa querida e não poder entregar?”, disse. Para Quiroga, a logística é o maior desafio do e-commerce brasileiro.

Já para Daniel Couto, gerente na América do Sul da Hybris, empresa especializada no desenvolvimento de softwares e soluções de marketing digital, mais do que cuidar da logística da mercadoria, as companhias nacionais devem testar diversos canais de compra.

“O consumo deixou de ser linear. O cliente pode receber um flyer de uma empresa na rua, entrar no seu site para conferir seus preços e promoções, mas finalizar a compra em uma loja física. Por isso, é preciso padronizar a linguagem de todos os canais de vendas. A boa notícia é que pesquisas apontam que um consumidor ‘multicanal’ consome até quatro vezes mais do que um ‘monocanal’. Então, é mais do que válido fazer o investimento”, afirmou.

Futuro

Durante o fórum, a rede Magazine Luiza anunciou que irá lançar o Magazine Você, uma espécie de loja eletrônica por meio da qual usuários do Facebook e do Orkut poderão montar uma “vitrine” e vender os produtos da loja. De acordo com Frederico Trajano, diretor de marketing e vendas da rede varejista, os “vendedores” ganharão entre 2,5% e 4,5% do valor do produto.

Aos palestrantes internacionais que compareceram ao Digitailing coube apontar as principais tendências do e-commerce no mundo, modelo que deve ser seguido pelo Brasil nos próximos anos. Anders Borde, co-fundador e diretor da Telenor, especializada no treinamento mobile de pessoas, o futuro do e-commerce está no celular.

“Os aparelhos estão no bolso de todas as pessoas, possibilitando a compra de qualquer coisa, a qualquer hora, em qualquer lugar”, apontou. Para finalizar sua apresentação, Borde mostrou o vídeo de divulgação das vitrines virtuais que a marca Tesco instalou nas estações de metrô da Coreia do Sul para vender seus produtos enquanto as pessoas aguardam os trens. Assista abaixo (em inglês):

Infográfico – Redes Socias e crianças.

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Acreditar na influência da internet no mundo de hoje é fácil e está mais do que entendido para todo mundo. Mas achar que esse mundo está apenas selecionado ao mundo dos adultos é duvidar da inocência de nossas crianças. Há crianças que parecem nascer já sabendo utilizar iPhones e Facebook. A filha do meu primo mesmo utiliza o iPhone dele com os dedinhos naquela tela touch como se fosse gente grande.

Essa influência e maturidade precoce de crianças e adolescentes pode ser prejudicial no futuro social dessa galera?Abaixo tem um infográfico bem interessante que mostra exatamente essa questão. Tire suas próprias conclusões, mas nunca, de coração, desacompanhe o crescimento de seus filhos.

O impacto das redes sociais nas crianças.

PACHECO,R.O.