PIB dos EUA tem retração de 6,1% no 1º trimestre

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Nos três meses finais de 2008, o Produto Interno Bruto (PIB) americano caiu 6,3%.

SÃO PAULO – A economia dos Estados Unidos apresentou contração a uma taxa anualizada de 6,1% entre janeiro e março deste ano. Nos três meses finais de 2008, o Produto Interno Bruto (PIB) americano caiu 6,3%.

Tiveram contribuição negativa para o resultado do primeiro trimestre deste ano as exportações, equipamentos e software e investimento fixo residencial, entre outros fatores.

É a primeira vez desde 1975 que a economia americana cai por três trimestres consecutivos. Nos últimos três meses do ano passado, a retração havia sido de 6,3%.

A retração a uma taxa anualizada de 6,1% na economia americana no primeiro trimestre deste ano ficou próxima daquela apurada no quarto trimestre de 2008 (-6,3%) e muito pior do que o esperado por alguns economistas, que previam uma queda de 4,7% a 5,1%.

O declínio verificado no Produto Interno Bruto (PIB) americano entre janeiro e março deste ano foi a segunda maior queda registrada em 26 anos, atrás apenas da leitura do quarto trimestre.

(Valor Online, com agências internacionais)

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Em reorganização, GM propõe corte de pessoal e fim da marca Pontiac

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A montadora também fechará algumas fábricas e iniciará uma oferta de troca de US$ 27 bilhões de títulos não securitizados – propõe trocar 225 ações ordinárias por US$ 1 mil
por Valor OnLine

SÃO PAULO – A General Motors (GM) irá eliminar 21 mil empregos e a marca Pontiac no fim do próximo ano como parte de uma aceleração de seu plano de reestruturação.

A montadora também fechará algumas fábricas e iniciará uma oferta de troca de US$ 27 bilhões de títulos não securitizados – propõe trocar 225 ações ordinárias por US$ 1 mil equivalente ao principal da dívida em circulação.

A troca se dará apenas se 90% dos detentores de títulos aceitarem os termos da operação. Pelo plano, se a GM não conseguir a participação adequada, terá de pedir proteção contra credores.

Vale notar que a empresa tem o prazo de 1º de junho dado pelo governo federal americano para reestruturar-se profundamente ou ir em busca de proteção sob o Capítulo 11 da Lei de Falências dos Estados Unidos.

Conforme as linhas expostas nesta segunda-feira, o nível de empregados nos Estados Unidos deve cair de 61 mil em 2008 para 40 mil em 2010, o que implica uma redução de 34%. A meta inicial era ter 46,8 mil postos de trabalho no próximo calendário. Esse corte mais profundo, segundo a GM, decorre de discussões sobre eficiência operacional e fechamento de plantas, entre outros fatores.

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O Plano de Viabilidade da montadora contempla uma redução dos custos trabalhistas nos EUA de US$ 7,6 bilhões em 2008 para US$ 5 bilhões em 2010.

As informações são da própria GM e de agências internacionais.

(Valor Online)

Estado de emergência na saúde pública dos EUA

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Um surto de gripe suína.

É isso mesmo. Um surto de gripe suína pode fazer com que a recuperação dos mercados dê um passo em falso, apesar de ser cedo demais para avaliar o real impacto financeiro neste exato momento, segundo Robert Gibbs, porta-voz da Casa Branca. Até então, 20 mortes relacionadas à epidemia já foram confirmadas no México, mais 20 ocorrências nos Estados Unidos e outras suspeitas no Canadá, Brasil e Europa.

A equipe do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, já está tomando medidas, onde uma delas foi acionar o estado de emergência para que sejam liberados recursos aos agentes federais, estaduais e locais com intuito de prevenir a proliferação da doença.

A Organização Mundial de Saúde fez um alerta neste sábado (25/04) a respeito do potencial desta gripe se transformar em uma epidemia de enorme abrangência.

Segundo Tom Vilsack, secretário de Agricultura dos Estados Unidos, dos casos confirmados no país, nenhum deles teve como fonte os porcos norte-americanos e não há nenhum indício, até então, de que estes animais tenham sido infectados pelo vírus.

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PACHECO,R.O.

Rafael Correa

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O presidente do Equador, Rafel Correa, foi reeleito. Até o fim da manhã, com mais de 70% dos votos apurados, ele possuía entre 51% e 56% das preferências, dependendo dos números de cada instituto de pesquisa. No discurso da vitória, ele disse que vai aprofundar o “projeto socialista” de seu governo. “Esta revolução segue em marcha e nada, nem ninguém, pode detê-la.” O diário equatoriano La Hora lembra que Correa “prometeu buscar um acordo nacional com seus opositores” para ter mais governabilidade. De qualquer forma, os equatorianos demonstraram um apoio inconteste a Correa, que ganha mais status para enfrentar quem ele julga atrapalhar os interesses de seu país. É aí que reside o temor das empresas brasileiras que lá atuam.

O Filtro – Época

Perdigão pode comprar a Sadia com ajuda do BNDES

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O BNDES pode ser a alavanca que faltava para a negociação entre a Perdigão e a Sadia. Segundo o Valor Econômico (íntegra para assinantes), o banco estatal de fomento injetaria recursos na Perdigão para capitalizar a companhia resultante da compra da Sadia, que seria feita por meio de uma troca de ações. “A Sadia, com 60 mil funcionários, precisa de uma saída financeira até junho, quando vencem contratos de derivativos que resultaram num prejuízo de R$ 2,6 bilhões”, diz o jornal.

O Filtro – Época